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Em Kiev, Cafu apresenta taça da Champions e diz confiar em laterais de Tite

Valentyn Ogirenko/Reuters
Imagem: Valentyn Ogirenko/Reuters

Caio Carrieri

Colaboração para o UOL, em Kiev (UCR)

24/05/2018 06h17

Coube a Cafu o privilégio de apresentar nesta quinta-feira, em Kiev (UCR), o troféu da Liga dos Campeões, que será erguido por Liverpool ou Real Madrid, no próximo sábado, no Estádio Olímpico.

Na mega-estrutura montada pela UEFA para os torcedores no centro da capital ucraniana, o ex-jogador, campeão do torneio com o Milan (ITA), em 2007, ergueu a Orelhuda para os aficionados que começam a lotar a cidade.

“É sempre emocionante a oportunidade de poder tocar na taça da Liga dos Campeões”, disse ao UOL Esporte o ex-jogador, aos 47 anos. “Vai ser um jogo bastante difícil e competitivo. Aposto em um 2 a 2. Depois, se for para os pênaltis, vai depender da competência de cada batedor”, acrescentou, acompanhado pela meia-campista russa Iya Andruschak, responsável por carregar o caneco da competição feminina.

A decisão das mulheres será nesta quinta, entre Wolfsburg (ALE) e Lyon (FRA), às 13h no horário de Brasília, na casa do Dynamo de Kiev. Atuais campeãs, as francesas buscam o feito inédito de cinco conquistas, enquanto as alemãs tentam o terceiro título.

Lesão de Dani Alves e confiança nos laterais

Recordista de jogos pela seleção brasileira, com 149 atuações, e imortalizado ao levantar o troféu do Penta em 2002, Cafu lamentou a ausência de Daniel Alves na Copa da Rússia. O companheiro de posição se recupera de lesão no ligamento cruzado do joelho direito, sofrida pelo Paris Saint-Germain (FRA).

“A perda é grande, de um jogador experiente, acostumado a esse tipo de competição e líder nato dentro e fora de campo”, declarou, antes de se dizer confiante em Danilo (Manchester City) e Fagner (Corinthians), as escolhas da comissão técnica para o setor. “São dois grandes jogadores que foram convocados por terem os seus méritos. O Tite sabe o que faz”.

Por fim, Cafu apoiou o sistema de rotação da braçadeira de capitão, adotado pelo treinador desde a época de Corinthians e que será mantido no Mundial.

“Isso é fantástico, uma maneira de dividir a responsabilidade para todo mundo envolvido. Parabéns ao Tite, ele acertou na decisão”.

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