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Tony Marlon

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Dia de Doar: 3 projetos de periferias e favelas para você apoiar hoje

Equipe do "Nós", site jornalístico de São Paulo que fala do mundo a partir do olhar das mulheres - Divulgação
Equipe do "Nós", site jornalístico de São Paulo que fala do mundo a partir do olhar das mulheres Imagem: Divulgação

30/11/2021 06h00

Criado em 2012 nos Estados Unidos, o Dia de Doar chegou ao Brasil no ano seguinte. Mas foi só em 2014 que passou a fazer parte, oficialmente, do movimento global que a campanha se tornou, presente hoje em 85 países. Por aqui, quem organiza e lidera a mobilização é a ABCR - Associação Brasileira de Captadores de Recursos.

Batizada no restante do mundo como #GivingTuesday, que significa "terça-feira da doação", a iniciativa quer estimular diferentes sociedades a jogarem mais junto com pessoas, coletivos e organizações sociais que estão agindo agora sobre os desafios mais urgentes do nosso tempo, das mais diferentes maneiras. O nome disso é cultura de doação — e existe um grupo trabalhando sobre o tema há quase uma década no país.

Sentimos diariamente as dores e os desafios impostos pela maior crise coletiva do nosso tempo, a pandemia do novo coronavírus. E sabemos, também, que ela nos alcança de maneiras diferentes, escancarando as desigualdades de todo tipo.

Por isso, o convite a seguir é para você que tem conseguido manter as condições econômicas de sustentação da vida de uma maneira que permita partilhar um pouco com outros. Espalhar essa história entre os amigos, amigas e família também é uma maneira de apoiar.

Nós, um jeito de ver o mundo

Criado há 7 anos, o Nós é um site jornalístico que brota em São Paulo para contar e debater o mundo a partir do olhar das mulheres. Escuta, conta e dá visibilidade às histórias das mulheres negras e da periferia, as mais afetadas pela crise sanitária ocasionada pela covid-19. Com R$ 10 você já começa a apoiá-las aqui.

Desenrola: jornalismo diverso e periférico

Também criado há 7 anos, o Desenrola e Não Me Enrola parte do Jardim Ângela, periferia da zona sul de São Paulo, para interpretar a realidade da cidade e do Brasil com seu jornalismo que busca "investigar os fatos sociais invisíveis que impactam a vida de quem mora nos territórios periféricos". Aqui, e a partir de R$ 5, você já pode apoiar mensalmente.

A fome não espera

Criada em 2019, A Escola Feminista Abya Yala é uma rede de mulheres moradoras da periferia da zona sul de São Paulo que organiza ações práticas e encontros de estudo e cuidado coletivo. Desde o primeiro momento da pandemia, o grupo se organizou para apoiar diversas famílias, das mais diferentes maneiras. Para o Natal, a escola, em parceria com a Periferia em Movimento, vai apoiar 50 famílias sustentadas por mulheres com cesta de alimentos, absorventes, kit higiene, entre outros itens. Conheça essa iniciativa aqui e apoie pelo PIX escolaabyayala@gmail.com

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL