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Presidente da Volkswagen é indiciado na Alemanha por escândalo 'Dieselgate'

Herbert Diess, CEO do Grupo Volkswagen - Josep LAGO/AFP
Herbert Diess, CEO do Grupo Volkswagen Imagem: Josep LAGO/AFP

Do UOL, em São Paulo

24/09/2019 10h16

Executivos da Volkswagen foram acusados criminalmente pela procuradoria da Alemanha por conta da fraude de emissão de poluentes, em escândalo que ficou conhecido como "Dieselgate". Foram indiciados o presidente da montadora, Herbert Diess, o ex-presidente Martin Winterkorn e o presidente do conselho, Hans Dieter Poetsch.

A procuradoria da cidade de Braunschweig, no norte da Alemanha, acusa os executivos de omitirem informações sobre o impacto financeiro do escândalo a investidores. Na ocasião, as ações da empresa perderam 37% de seu valor de mercado.

Este é apenas um dos processos em andamento contra a Volkswagen e seus executivos devido ao escândalo que ocorreu em 2015, quando foi revelado que a montadora utilizava um software ilegal de controle de motores para burlar testes de emissão de poluentes.

Presidente da Volkswagen na ocasião, Winterkorn alegou a parlamentares alemães, em 2017, que só soube da fraude após a montadora admiti-la oficialmente. O executivo renunciou ao cargo dias após a revelação do escândalo.

Atual mandatário da montadora, Diess se pronunciou através de seu advogado sobre o indiciamento. Ele alega não ter previsto o impacto negativo no mercado por conta do escândalo e que permanecerá no comando da empresa.

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