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Em alta, mercado de bikes elétricas prevê mais crescimento até fim de 2020

e-moving bike elétrica - Divulgação
e-moving bike elétrica Imagem: Divulgação
Diego Salgado

Repórter do UOL desde 2015, com passagens por Estadão e Portal 2014. Ciclista há 20 anos na cidade de São Paulo, já pedalou por 10 países e atravessou sozinho a América do Sul e a Europa. A Oceania é o próximo desafio.

01/09/2020 15h38

O mercado de bicicletas elétricas apresentou alta de 34% ao ano no último triênio. Em alta, a expectativa é que essa tendência seja mantida até o fim deste ano, mesmo com a pandemia do novo coronavírus.

É o que aponta o Caderno Técnico de Bicicletas Elétricas, desenvolvido pela Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) e o Laboratório de Mobilidade Sustentável (Labmob/UFRJ).

De acordo com o estudo, 25 mil unidades foram comercializadas no ano passado, com crescimento médio de 34% ao ano entre 2016 e 2019. O número de bikes importadas nos últimos meses mostram que a tendência de alta foi mantida em 2020.

Segundo o Caderno Técnico, entre janeiro e junho deste ano foram importadas 7.427 bicicletas elétricas, número equivalente a 64% das importações em 2019. Na média mensal de importações, o número é 28% superior ao ano anterior.

A produção nacional está em ritmo similar: 8.350 bicicletas elétricas foram produzidas no Brasil de janeiro a junho (2.409 na Zona Franca de Manaus e 5.941 no resto do país). A projeção para 2020 é de 32 mil bicicletas elétricas.

"O estudo consolida uma metodologia mais assertiva para determinar o tamanho do mercado de bicicletas elétricas no Brasil. Com isso, todo ano o número poderá ser atualizado, constituindo uma importante série histórica", afirmou Glaucia Pereira, coordenadora executiva do Caderno Técnico.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.