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Coronavírus: devo cancelar minhas consultas de rotina? Saiba o que fazer

Pacientes fora do grupo de risco devem adiar consultas de rotina ou exames  - Istock
Pacientes fora do grupo de risco devem adiar consultas de rotina ou exames Imagem: Istock

Priscila Carvalho

Do VivaBem, em São Paulo

16/03/2020 18h00

Em meio à ansiedade com o aumento no número de casos do coronavírus no Brasil, a população tenta, na medida do possível, ter uma rotina normal.

Porém, para quem precisa de acompanhamento médico ou já tem consultas marcadas há bastante tempo, a pandemia gera dúvidas e desconforto.

Segundo o Ministério da Saúde, as pessoas devem evitar aglomerações e lugares fechados. João Prats, infectologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, recomenda que pacientes que sofrem com doenças crônicas ou mais graves continuem indo nas consultas e não parem nenhum tipo de tratamento. "Imunodeprimidos, por exemplo, devem continuar o tratamento para não ficarem mais expostos à doença", diz.

O especialista ressalta ainda que os hospitais e equipe médica devem seguir procedimentos para que os pacientes, principalmente idosos ou outros que estejam fora do grupo de risco, não percam tempo nas filas de espera ou nos consultórios médicos.

Já para pacientes que estão fora do grupo de risco, que têm consultas marcadas ou desejam fazer um check-up de rotina, o ideal é remarcar para o segundo semestre.

O mesmo vale para dentistas, nutricionistas e outras especialidades médicas que envolvam consultas rotineiras. "Caso a pessoa esteja doente, mesmo que não seja diagnosticada com coronavírus, deve zelar pela saúde dela e do profissional", afirma.

Videoconferência é uma opção

Alguns profissionais de saúde podem disponibilizar consultas online. Embora existam algumas regras para que a telemedicina seja aplicada, especialidades como psicoterapia, podem realizar consultas à distância.

Se a pessoa estiver com uma saúde muito debilitada e com algum tipo de restrição, o recomendado é optar por esse tipo de tratamento e evitar o contato com pessoas.

Vale lembrar que independentemente de qualquer diagnóstico, é muito importante que a pessoa lave as mãos por pelo menos 20 segundos ou passe álcool em gel ao chegar das ruas e ao sair.

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