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Thaila Ayala sobre casamento: "O mais difícil é conseguir algo do Renato"

Thaila Ayala participou da inauguração da loja Lez a Lez, na região dos Jardins, em São Paulo - AgNews
Thaila Ayala participou da inauguração da loja Lez a Lez, na região dos Jardins, em São Paulo Imagem: AgNews

Carolina Martins

Colaboração para Universa

08/08/2019 09h43

A pouco menos de dois meses do casamento com Renato Góis, Thaila Ayala conta como estão os últimos preparativos: "Os convites não foram enviados até hoje, mas nem esquento a cabeça."

A cerimônia será no final de tarde do dia 5 de outubro na cidade natal do ator - Recife, Pernambuco. A lista de familiares do noivo é extensa: 200 convidados. Já a da noiva, enxuta: 10. "Isso é só da família, sem contar o restante", disse ela em conversa com Universa na inauguração da Lez a Lez, na noite de quarta-feira (7), em São Paulo.

Thaila explicou qual o maior desafio durante o processo de organização do casamento: "As coisas que eu dependo do Renato. Eu falo: 'Preciso da sua lista', ele fica cinco meses pra mandar".

Mas a atriz pondera que não está sendo fácil para o noivo, atualmente no ar em "Órfãos da Terra", prevista para terminar próximo à data do casamento. "Tadinho, ele realmente está trabalhando muito. Quando tem tempo precisa estudar ou quer descansar. Mas a parte mais difícil é conseguir tirar o que preciso dele".

Vestido e filhos

Dona de forte estilo próprio, Thaila usará vestido de noiva da grife carioca Martu. E não revelou se o look será tradicional ou fora dos padrões. "Não falo de jeito nenhum. É surpresa". Após a cerimônia, o casal segue para lua de mel nas Ilhas Maldivas.

Os dois têm planos para aumentar a família. "Temos zero pressa para ter filhos, mas queremos muito. Depois, quando se tem filhos, a vida muda. Não será para tão longe nem tão perto", disse. "Queremos aproveitar mais um pouquinho... mais eu do que ele. Ele queria (filhos) pra ontem", completou a atriz, aos risos.

Apesar de a família do noivo ser grande, Thaila já tem o número exato de filhos em mente. "Um será natural e um adotado. Esse é o plano. Tenho essa vontade desde muito novinha. Sou parceira de um orfanato em Presidente Prudente, desde 2006. Preciso adotar uma criança. Não será um bebê, e sim um maiorzinho, que são os mais difíceis de serem adotados", revelou.

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