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De Juliette a Casimiro: o tamanho da força de Pokémon no Brasil

Os pokémon iniciais de Scarlet e Violet dominaram as redes sociais - Divulgação/The Pokémon Company
Os pokémon iniciais de Scarlet e Violet dominaram as redes sociais Imagem: Divulgação/The Pokémon Company
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Leo Bianchi

Leo Bianchi é jornalista, já foi repórter e apresentador do Globo Esporte. É apaixonado por competição e já cobriu Copa do Mundo, Fórmula 1, UFC e mundiais de CS:GO, R6, FIFA, Just Dance e Free Fire. Também é youtuber e pro-player frustrado. No GGWP você encontra análise dos cenários competitivos no Brasil e no mundo, além dos bastidores do universo envolvendo times, jogadores e novidades em geral.

Colunista do UOL

06/03/2022 04h00

O anúncio dos novos jogos Pokémon Scarlet e Violet, no fim de semana passado, é a maior prova de como a franquia consegue se manter relevante e atrair diferentes faixas etárias. Com 25 anos de caminhada, esse universo que engloba jogos, animações, filmes e tantas outras ativações continua se renovando e sendo referência no "passeio por gerações".

Com meros detalhes do novo mapa e dos monstrinhos iniciais, o evento conseguiu emplacar Sprigatito, Fuecoco e Quaxly entre os termos mais comentados nas redes sociais nos últimos dias. A fidelidade dos fãs é impressionante - seja da criança com contato mais recente ao universo ou do adulto que insiste em dizer que parou nos 150 primeiros, mas que continua sempre "dando uma espiada".

Do ano passado pra cá, esses seguidores tiveram uma rotina bem agitada. Foram lançadas os remakes de Brilliant Diamond e Shining Pearl, originalmente lançados em 2006, e também a nova experiência de RPG Pokémon Legends: Arceus, que bateu 6 milhões de cópias vendidas em apenas uma semana. Enquanto isso, o jogo de realidade aumentada Pokémon Go e o MOBA Pokémon Unite continuaram recebendo atualizações desafiadoras.

É inegável: a Nintendo tem, há décadas, uma mina de ouro valiosíssima nas mãos.

No Brasil, uma campanha do podcaster Daniel Reenlsober para que Scarlet e Violet sejam localizados para a língua portuguesa tomou proporções gigantescas. Com direito a hashtags personalizadas e apoio de mega influenciadores como Juliette, campeã do BBB 21, e Casimiro, streamer de maior sucesso no país do ano passado pra cá.

É curioso ver como os desafios das franquias de games são diferentes. Jogos de futebol, como FIFA e PES, por exemplo, passaram anos digladiando-se para ver quem tinha a melhor simulação do esporte mais popular do mundo. Gêneros como FPS e MOBA têm diversos títulos na briga pela melhor experiência casual e competitiva.

Mas Pokémon é completamente diferente. Ele tem o privilégio único (e invejável) de nadar de braçada num mar particular - e fazer do próprio futuro o que bem entender.

Obviamente, uma comunidade fidelizada exige uma atenção intensa aos mínimos detalhes. É natural que games se adaptem às novas características de cada geração e à fluidez dos tempos atuais, mas Pokémon sempre terá pontos em comum que estabelecem uma inegável ligação entre nostalgia e renovação. Ou seja: sempre poderá ser assunto em um grupo de diversas faixas etárias.

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