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Europeus vacinados entrarão na França sem PCR, britânicos e americanos não

Para brasileiros, segue a exigência de PCR ou testes de antígeno e uma quarentena de sete a dez dias - Getty Images/iStockphoto
Para brasileiros, segue a exigência de PCR ou testes de antígeno e uma quarentena de sete a dez dias Imagem: Getty Images/iStockphoto

04/06/2021 11h32

Os europeus vacinados contra a covid-19 poderão entrar na França a partir de 9 de junho sem ter que apresentar um teste PCR negativo, anunciou o ministro dos Transportes nesta sexta-feira(4).

No entanto, britânicos e americanos vacinados que chegarem em solo francês ainda precisarão apresentar um teste de PCR negativo, segundo o governo francês.

"A partir de 9 de junho, os europeus que forem vacinados poderão vir para a França sem um teste de PCR", disse Jean Baptiste Djebbari à televisão CNEWS.

"Há meses que fazemos um trabalho europeu para nos prepararmos para o verão e entre os países europeus validamos (...) a certificação dos exames. Ou seja, quando formos para a Grécia, a Grécia reconhece o certificado francês e vice-versa". o ministro explicou.

Segundo classificação da França, os europeus estão entre os países "verdes", que também incluem nações não europeias que controlam o vírus ou não apresentam uma variante preocupante (Austrália, Coreia do Sul, Israel, Japão, Nova Zelândia, Cingapura).

Basta que seus cidadãos tenham uma vacinação completa (com Pfizer, AstraZeneca, Moderna e Johnson and Johnson) de pelo menos 14 dias antes da viagem à França.

Para países "laranja", como Estados Unidos ou Reino Unido, onde variantes preocupam as autoridades, um teste de PCR ou antígeno é exigido do viajante vacinado.

Do contrário, é necessário um motivo inevitável de viagem, um teste negativo e um confinamento de 7 dias.

Para os países "vermelhos" — incluindo Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Uruguai, Índia e África do Sul — um motivo convincente para viajar, PCR ou testes de antígeno e uma quarentena de sete a dez dias serão impostos na chegada ao território francês.

Principal destino turístico do mundo antes da pandemia, o setor gera 7,5% do PIB e representa 2,87 milhões de empregos na França. Com a crise da saúde, a receita do turismo caiu pela metade.