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A reabertura das fronteiras externas da UE poderá começar em julho

A proibição das viagens não essenciais na UE, atualmente em vigor até 15 de junho, foi estabelecida no dia 17 de março - Getty Images/iStockphoto
A proibição das viagens não essenciais na UE, atualmente em vigor até 15 de junho, foi estabelecida no dia 17 de março Imagem: Getty Images/iStockphoto

Da AFP

05/06/2020 17h05

Os ministros do Interior da União Europeia chegaram a um acordo nesta sexta-feira para coordenarem uma reabertura gradual das fronteiras externas da UE e do espaço Schengen, a partir de 1º de julho, informou o Conselho, instituição representante dos estados membros.

A proibição das viagens não essenciais na UE, atualmente em vigor até 15 de junho, foi estabelecida no dia 17 de março, de maneira coordenada, entre os países membros e a Comissão Europeia para tentar frear o avanço da pandemia do novo coronavírus, e foi prorrogada em duas oportunidades.

A secretária de Estado da Croácia, Terezija Gras, cujo país exerce a presidência semestral da UE, declarou que "é favor de uma prorrogação até o final de junho para podermos preparar uma abertura gradual das fronteiras externas", em uma coletiva de imprensa seguida de uma reunião dos ministros por videoconferência.

Também será preciso que a reabertura aos viajantes dos países não pertencentes ao espaço Schengen e a UE seja coordenada, proporcional e não discriminatória.

A Comissão Europeia, que aguarda que se mantenham todos os controles e restrições nas fronteiras intra-europeias "daqui até o final de junho", é favorável a uma supressão progressiva das restrições nas fronteiras externas a partir do "início de julho".

Na próxima semana, deve ser apresentado uma proposta nesse sentido, apesar da decisão final corresponder a cada país membro.

No que se refere as fronteiras entre os países europeus, a maioria dos estados membro tem diminuído os controles e as restrições de circulação até 15 de junho, e o que se espera é que os restantes das medidas sejam finalizadas até o final de junho, de acordo com a presidência croata da UE.