Hulk minimiza jejum de gols no Atlético-MG: 'Importante é todos estarem bem e logo marcarei'

Hulk ainda não marcou gols no Brasileirão de 2024 e está há 10 jogos sem balançar as redes no Atlético-MG. Apesar do incômodo jejum na temporada, algo raro no clube, o atacante mostra serenidade para garantir que não está perdendo o sono por causa disso. E explica que vem fazendo um papel tático para ajudar e celebra que o time e os companheiros vêm bem e garantindo triunfos para a equipe.

"Hoje eu falo que tenho de jogar bem, porque farei a diferença. E estou tentando desfrutar tudo, contra o Sport foram três bolas minhas na trave. Mas eu falo: 'uma hora vai entrar, estou fazendo o meu trabalho'. É normal para a massa me ver marcando gols, estou buscando e vão começar a entrar", afirmou, à GaloTV.

O ídolo da torcida preferiu elogiar o elenco e celebrar a boa fase dos companheiros. Apesar de vir de derrota para o Peñarol na Libertadores, o time já está garantido nas oitavas e começou bem no Brasileirão.

"Eu não estou marcando, mas Vargas, Paulinho, Zaracho, Scarpa estão, então o mais importante é que nossos jogadores estão bem. Toda estrutura tem de estar bem, mesmo quem não vem fazendo gol. E para a gente (da frente), é bom, porque na maioria das vezes, estaremos decidindo mais", disse. "Amanhã, o técnico fecha o olho, escala esse e está bem, aquele está bem... Importante ter um plantel além de bom, que está confiante. As coisas ficam mais fáceis de acontecer."

Na quarta-feira, o Atlético-MG visita o Sport pela terceira fase da Copa do Brasil e Hulk espera desencantar. No primeiro jogo, os mineiros fizeram 2 a 0. Desde a conquista do pentacampeonato mineiro, com 3 a 1 sobre o arquirrival Cruzeiro, que ele não anota.

Prestes a completar 38 anos, o atacante já é questionado sobre o futuro e ele garante que jamais abandonará o Atlético-MG, mesmo após a aposentadoria. "Não estarei em campo, mas no estádio, diante da TV e junto da massa assistindo. O Galo não sai de mim, vê meu pai. Depois do Galo Doido é ele (torcedor mais fanático), temos um laço forte. Quando não jogo bem, fico muito chateado comigo mesmo. Quero sempre dar mais", enfatizou.

"Clube que vai estar no meu dia a dia pós-futebol sem dúvida. Tenho carinho, respeito e gratidão por todo o reconhecimento. Joguei no Japão, China, Portugal e Rússia, saí pela porta da frente, e é gratificante esse carinho e respeito pelo ser humano, pela pessoa. Sei que vou sofrer quando me aposentar aqui."