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Andrés explica vínculo com BMG e diz que Corinthians adiantou verba de 2020

Do UOL, em São Paulo

26/01/2019 21h44

Andrés Sanchez convocou coletiva de imprensa para explicar o acordo que fez entre Corinthians e BMG para o patrocínio do uniforme. Ele admitiu que adiantou dinheiro referente ao ano que vem e que até mesmo já recebeu uma parte que diz respeito a uma previsão de lucro.

O presidente afirmou que o acordo é de cinco anos, mas que será rediscutido no fim de 2020 e colocou a responsabilidade pelo sucesso da parceria nas costas do torcedor.

"O Corinthians pegou R$ 12 milhões de 2019 e adiantou os R$ 12 milhões de 2020. E temos R$ 6 milhões prevendo um lucro que vai vir da plataforma. No ano que vem, a gente só recebe o que tiver de lucro na plataforma, essa é a tendência", afirmou.

"Recebemos R$ 30 milhões antecipados e, a partir do ano que vem, fica nas mãos dos torcedores. Eu preciso repetir: nem a Sul-Americana vai ser transmitida na TV aberta. O Corinthians está inovando e saindo na frente neste tipo de parceria, porque tudo está ficando digital", completou.

Em resumo, o Corinthians receberá R$ 1 milhão por mês a partir deste ano pelo espaço mais nobre de seu uniforme. Em abril de 2017, a equipe de Parque São Jorge recusou uma proposta de R$ 2,25 milhões por mês que veio da Caixa.

Sem citar o nome do Palmeiras, Andrés disse que sua equipe é a segunda que mais recebe dinheiro por patrocínios em todo o país, só atrás de uma "exceção".

"Hoje, só uma exceção no futebol brasileiro recebe mais do que o Corinthians, contando a nossa camisa. Temos duas propriedades para vender ainda no meu cálculo e, sem contar esses R$ 30 milhões, temos R$ 42 milhões no ano, nas minhas contas", completou.

Sobre o destino do dinheiro adiantado, Andrés afirmou que nem tudo será usado para contratações e falou da importância do fluxo de caixa.

"Isso foi para fazer fluxo de caixa no clube, porque a gente já tinha contratado todos os jogadores. Agora tem o Arana. Vamos tentar o Arana. É um banco e somos sócios de uma plataforma digital com o banco. Quem decide é o cidadão", finalizou.

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