PUBLICIDADE
Topo

Futebol

Ceni prevê sucesso de André Jardine no São Paulo: 'Torço muito por ele'

Para ex-goleiro, técnico do São Paulo (foto) é "um grande profissional, atualizado" - Marcello Zambrana/AGIF
Para ex-goleiro, técnico do São Paulo (foto) é 'um grande profissional, atualizado' Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

Do UOL, em São Paulo

14/12/2018 14h46

Rogério Ceni foi demitido do cargo de técnico do São Paulo em julho de 2017, mas continua muito ligado ao clube no qual atuou como goleiro entre 1990 e 2015. Em entrevista nesta sexta-feira (14) ao canal de TV por assinatura ESPN Brasil, o atual treinador do Fortaleza fez elogios a André Jardine, justamente o atual comandante do time paulista.

"O Jardine (...) é um menino que estava na base quando eu cheguei ao São Paulo. Conhece bem a base, deve aproveitar muitos. O São Paulo é um clube mais estruturado hoje do que quando eu estive. Levou o Léo (Pelé, lateral esquerdo) do Bahia, levou o lateral (direito Igor Vinícius) da Ponte, muito bom jogador", destacou Rogério.

Companheiro de Jardine no curso de técnicos da CBF, realizado no Rio de Janeiro, Ceni disse que o atual técnico do São Paulo "deve ter sucesso". "(É) um grande profissional, atualizado, trabalha de maneira moderna. Torço muito por ele", destacou.

Leia também:

Com o contrato renovado no Fortaleza, Rogério Ceni vem trabalhando com a diretoria do clube para montar seu time para 2019. E, por enquanto, ganhou um obstáculo a mais: justamente o curso de técnicos da CBF.

"Por enquanto, não temos como prever muita coisa, estamos em processo de montagem. O futebol brasileiro está muito caro, não estamos conseguindo os jogadores que a gente imagina. O curso toma bastante tempo também, então trabalho das 19h à 0h com a direção do clube", explicou. "Estamos devagarinho buscando nomes que possam elevar o padrão do Fortaleza. Sabemos que, no ano que vem, o buraco é mais embaixo", completou, em referência à presença do time na Série A do Campeonato Brasileiro.

Demitido do São Paulo, Ceni levou o Fortaleza ao título da Série B de 2018. E assegura: não mudou seus métodos de trabalho entre as duas equipes.

"Qualquer time precisa de resultados. O Fortaleza, ou times menores, e até Palmeiras, Flamengo. O trabalho é secundário perto de um resultado. Quando você é campeão, parece que tudo deu certo. Fiz o mesmo trabalho no Fortaleza que fiz no São Paulo. Não sou gênio porque venci no Fortaleza, não sou um estúpido porque perdi no São Paulo", avaliou.

Futebol