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VAR é "ignorado" na Libertadores, mas se torna decisivo na Sul-Americana

Thiago Ribeiro/AGIF
Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF

Do UOL, em São Paulo

25/10/2018 04h00

O árbitro de vídeo (VAR) teve papel bem distinto nos quatro jogos desta semana envolvendo clubes brasileiros. Enquanto na Libertadores ele foi ?ignorado?, na Sul-Americana teve papel decisivo.

Assista aos melhores momentos de Bahia 0 x 1 Atlético-PR

Na última terça-feira (23), o Grêmio venceu o River Plate por 1 a 0, fora de casa, pela partida de ida da semifinal da Libertadores. O duelo não teve grandes polêmicas. O árbitro peruano Victor Carrillo até chegou a ouvir o que o VAR tinha a dizer em duas oportunidades, mas seguiu com o jogo normalmente em ambas. Em uma, Ramiro reclamou de cotovelada, enquanto na outra os jogadores do clube argentino pediram toque na mão de Kannemann.

Já nessa quarta (24), outros três jogos movimentaram as duas competições. Primeiro, o Fluminense empatou com o Nacional-URU por 1 a 1 no Maracanã pelas quartas de final da Sul-Americana e foi ajudado pelo recurso. Isso porque Gum aproveitou cruzamento e abriu o placar. Porém, teve que contar com a ajuda do árbitro de vídeo para comemorar. O gol havia sido mal anulado pelo auxiliar, e o VAR corrigiu o erro.

Depois, foi a vez de Bahia e Atlético-PR se enfrentarem em outro duelo das quartas da Sul-Americana. Os baianos tiveram dois gols anulados pelo árbitro de vídeo na Fonte Nova. No primeiro tempo, Clayton esticou a perna no alto e chutou para as redes. O árbitro argentino Fernando Rapallini validou, mas depois voltou atrás e anulou o lance por jogo perigoso ao consultar o VAR.

Já no segundo tempo, Ramires aproveitou cruzamento rasteiro e tocou para o gol do Atlético-PR. O juiz anulou o lance por impedimento após interferência do árbitro de vídeo. Os visitantes marcaram mais tarde e venceram por 1 a 0.

Por fim, o Palmeiras visitou o Boca Juniors pela outra semifinal da Libertadores e acabou derrotado por 2 a 0 na Bombonera. A partida correu normalmente, e o árbitro chileno Roberto Tobar só ouviu o que o VAR tinha a dizer em uma suposta bola na mão de Gustavo Gómez, mas mandou seguir, assim como no jogo do Grêmio.

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