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Chefe de arbitragem da CBF defende juízes: "Não estou chefiando uma gangue"

Reinaldo Canato
Imagem: Reinaldo Canato

Do UOL, em São Paulo

24/10/2018 15h59

Com ou sem a tecnologia do VAR, as críticas aos árbitros brasileiros têm sido recorrentes. Ciente das reclamações, o Coronel Marinho, chefe de arbitragem da CBF, defendeu o trabalho da entidade junto aos juízes.

"Eles [dirigentes] têm de entender isso. Expor demais a arbitragem não vai ajudar ninguém. Não tem desonesto, eu não sou desonesto. Não estou chefiando uma gangue", afirmou nesta quarta-feira (24), em participação no SporTV.

O árbitro Ricardo Marques Ribeiro, que apitou o confronto entre Internacional e Santos no Brasileiro, teve de ser contido por colegas de arbitragem em discussão com dirigentes após a partida. Posteriormente, no aeroporto, encarou e trocou xingamentos com torcedores.

As críticas a ele se baseiam no tempo que demorou para definir se anularia ou não um gol de Leandro Damião. "O Ricardo cometeu um equívoco que foi estender demais o tempo de suas decisões. Deveria ter sido muito mais rápido", avaliou Marinho.

A arbitragem da final da Copa do Brasil também foi criticada, já que o pênalti apitado a favor do Corinthians, com auxílio do VAR, foi visto como polêmico. A tecnologia também foi usada para anular o gol de Pedrinho, que colocaria o time alvinegro em vantagem no placar.

Coronel Marinho, por outro lado, vê as ocorrências como oportunidades de se aprender com os erros. "Eu avaliei como aprendizado. Houve lances que geraram discussão até internamente, assim como aconteceu na Copa do Mundo", minimizou.

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