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Em meio à crise no Santos, dirigente barra demissões e tem casa pichada

Orlando Rollo e José Carlos Peres na apresentação de Jair Ventura - Ivan Storti/SantosFC
Orlando Rollo e José Carlos Peres na apresentação de Jair Ventura Imagem: Ivan Storti/SantosFC

Da Lancepress

31/08/2018 10h24

O vice-presidente Orlando Rollo afirmou em reunião do Conselho Deliberativo do Santos, na última quinta-feira, que não consegue sair de casa e precisou mudar de apartamento por conta de perseguição pela crise política no clube. A frase "Santos vergonha" foi pichada na porta da residência do dirigente.

A relação com o presidente José Carlos Peres voltou a ficar estremecida. A dupla discorda nas decisões mais importantes e o Peixe está em "clima de guerra"

"Eu não consigo mais sair de casa. Mudei para um apartamento menor. Sou questionado por questões que não tenho culpa, mas não me escondo. Seria fácil abandonar o Santos às traças, mas vou honrar a confiança que nos foi dada”, disse Rollo.

"Nosso esforço não é visto e reconhecido o bastante por não termos a caneta na mão. Pelo estatuto temos (a caneta), mas quem tem que cobrar o que acontece aqui são vocês conselheiros. Nossa parte tentamos fazer", emendou.

Com as dificuldades na gestão, três membros do Comitê de Gestão deixaram o clube: Andres Rueda, Hanie Issa e Urubatan Helou. Outros dois tentaram se desligar da função: Zé Carlos de Oliveira e Estevam Juhas, mas Rollo não permitiu e disse que chegou a rasgar os pedidos de demissão.

"Eu rasguei os pedidos de demissão do Zé e do Estevam. Esse Comitê de Gestão é o fio de esperança nessa gestão. E eu conversei por horas com Andres Rueda, Hanie Issa e Urubatan Helou para não saírem", afirmou o vice.

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