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Klopp explica ausência de selecionável Fabinho até no banco do Liverpool

Caio Carrieri

Colaboração para o UOL, em Liverpool (ING)

26/08/2018 04h00

Convocado pela primeira vez por Tite para defender a seleção nos amistosos de setembro contra Estados Unidos (dia 7) e El Salvador (11), Fabinho ainda não fez a sua estreia em competições pelo Liverpool, que pagou 40 milhões de libras para tirá-lo do Monaco para esta temporada.

Nos últimos dois jogos, as vitórias contra Brighton e Crystal Palace, o meio-campista sequer foi convocado para ficar ao menos no banco de reservas, de onde não saiu na primeira rodada do Campeonato Inglês, em outro triunfo, diante do West Ham.

“Está tudo bem, é uma escolha do treinador”, disse em breve contato com a reportagem nos corredores de Anfield após o 1 a 0 sobre o Brighton, no último sábado (25).

Embora o selecionável de 24 anos tenha sofrido com uma questão muscular na semana que antecedeu a abertura da temporada, o técnico Jürgen Klopp explica que o brasileiro passa pelo processo natural de adaptação a um novo estilo de futebol, de alta intensidade e muita exigência física.

“Ele participou da pré-temporada e jogou algumas partidas. Eu já passei por essas situações muitas vezes, acho que tenho 18 anos como técnico e tive conversas como essa, não sei, umas 34 vezes. Estou 100% seguro de que tudo ficará bem”, projetou. “Às vezes um jogador precisa de mais tempo, sei que não é legal para o atleta ficar fora da relação. Eu monto a relação para a partida de hoje (sábado), não para a 15ª rodada. É isso, está tudo bem. Fabinho teve uma semana muito boa de treinamentos. Não foi a primeira, claro, mas foi muito boa. Tudo ficará bem”, finalizou.

De acordo com a lista divulgada por Tite, Fabinho foi convocado teoricamente na vaga ocupada por Danilo durante a Copa da Rússia, já que Fagner, do Coritnhians, manteve-se na lista. O lateral do Manchester City se recupera de lesão sofrida ainda na primeira fase do Mundial. O curioso, no caso de Fabinho, passa pelo fato de ele não atuar frequentemente como lateral-direito há mais de dois anos, quando o treinador Leonardo Jardim, então no comando do Monaco, decidiu deslocá-lo para o meio de campo.

No Liverpool, o holandês Wijnaldum iniciou a temporada como titular no setor, porque o capitão Henderson teve uma pré-temporada mais curta depois de levar a Inglaterra ao quarto lugar na última Copa do Mundo.

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