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Investigado pelo FBI, assessor de Teixeira é demitido da CBF após 2 décadas

Alexandre Silveira (gravata vermelha), atrás de Blatter, durante abertura da Copa das Confederações de 2013 - Jorge Silva/Reuters
Alexandre Silveira (gravata vermelha), atrás de Blatter, durante abertura da Copa das Confederações de 2013 Imagem: Jorge Silva/Reuters

Pedro Ivo Almeida

Do UOL, no Rio de Janeiro

25/07/2018 04h00

Figura importante das gestões de Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, o assessor especial da presidência da CBF, Alexandre Silveira, foi demitido da entidade na última segunda-feira (23). A decisão faz parte de uma espécie de “limpeza” organizada pelo CEO e futuro mandatário da confederação, Rogério Caboclo. Investigado pelo FBI por participação nos esquemas de corrupção envolvendo cartolas do futebol, Alexandre não era visto com bons olhos pelo novo grupo de comando da entidade. Sua ligação íntima com cartolas poderosos, no entanto, dificultava o desligamento.

Na mira de Caboclo, o assessor já tinha ficado fora da viagem para a Copa do Mundo na Rússia, situação inédita para uma figura que se acostumou a ladear poderosos nos bastidores. Com mais de duas décadas de serviços na casa, Silveira chegou à CBF como telefonista e foi ganhando a confiança dos antigos dirigentes. Com o tempo, chegou a controlar a agenda pessoal de Ricardo Teixeira e Marin, além de ter acompanhado Del Nero em missões internacionais antes do escândalo na Fifa. Ele foi perdendo o prestígio à medida que as investigações avançavam. A gota d’água foi a citação de seu nome em delações nos Estados Unidos.

Para ler esta notícia na íntegra, além de outras novidades dos bastidores da bola, acesse a coluna De Primeira.

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