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Diretores do PSG vão à Uefa defender o clube sobre o fair play financeiro

Dirigentes do PSG chegam à sede da Uefa - AFP PHOTO / Fabrice COFFRINI
Dirigentes do PSG chegam à sede da Uefa Imagem: AFP PHOTO / Fabrice COFFRINI

Do UOL, em São Paulo

20/04/2018 14h08

A cúpula do PSG esteve nesta sexta-feira (20) na sede da Uefa, em Nyon, na Suíça, para se defender da investigação sobre o fair play financeiro. A entidade máxima do futebol europeu abriu uma investigação pouco tempo após o clube francês desembolsar 222 milhões de euros para contratar Neymar.

De acordo com o “L’Equipe”, a diretoria do PSG esteve no local durante três horas e saiu sem dar entrevistas. Um porta-voz da Uefa afirmou que a decisão deve ser anunciada no início de junho.

Segundo o "Financial Times", as primeiras investigações feitas pela Uefa concluem que o PSG teria superestimado o valor de seus patrocínios para poder contratar Neymar e Mbappé.

O PSG diz ter uma receita anual de cerca de 500 milhões de euros. Pelas regras, o clube pode gastar na temporada até 5% mais do que isso – algo em torno de 520 a 550 milhões de euros, incluídos entre essas despesas todos os gastos com o time, contratações, salários, luvas, premiações e outros. Com um aporte dos donos, esse número poderia aumentar para cerca de 650 milhões de euros, no máximo.

Antes da temporada, o PSG contratou Neymar por 222 milhões de euros e Yuri Berchiche por 16. Além disso, fechou com Mbappé por empréstimo com valor de compra fixado em 180 milhões de euros ao fim da campanha do clube.

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