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Chapecoense faz teste e espera receber 100 mil pessoas em velório coletivo

Bruno Freitas, Danilo Lavieri, Felipe Vita e Luiza Oliveira

Do UOL, em Chapecó (SC)

30/11/2016 17h09

A Chapecoense, a Polícia Militar, a Polícia Rodoviária Federal, a Prefeitura de Chapecó e o Governo de Santa Catarina fizeram, nesta quarta-feira (30), uma simulação de como será feito o velório das vítimas do trágico acidente aéreo na madrugada da última terça-feira, na Colômbia.

A expectativa da organização é que 100 mil pessoas compareçam na Arena Condá para prestar a última homenagem aos atletas, dirigentes, membros da comissão técnica e jornalistas vítimas na tragédia. O evento deve acontecer na sexta-feira, mas depende da liberação dos corpos.

A intenção do time é que todos sejam primeiramente velados no gramado e, em seguida, sejam liberados para o enterro em suas respectivas cidades de origem.

“Não podemos confirmar quando o velório será feito porque dependemos da liberação dos corpos. Mas isso está sendo feito de maneira muito rápida e diria que a tendência é que o velório aconteça na sexta-feira. A nossa intenção é que todos os envolvidos, inclusive os jornalistas, sejam homenageados aqui no gramado, mas vamos respeitar a preferência dos familiares”, explicou o vice-presidente do Conselho Deliberativo, Gelson Dalla Costa.

De acordo com o teste feito nesta quarta-feira, até quatro caminhões farão o trajeto de 45 minutos dos caixões (que estarão lacrados) entre o aeroporto e o estádio. Tudo será acompanhado por autoridades que também fecharão as vias.

No gramado, os caixões ficarão em tendas e ficarão alinhados de uma forma que os torcedores consigam transitar entre eles para dar o último adeus. A princípio, não será permitido que os torcedores parem em frente aos caixões para evitar tumulto. 

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