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Irmão discute futuro de Ronaldinho: "ele quer um time para ganhar títulos"

Pedro Lopes

Do UOL, em São Paulo

28/08/2014 12h00

Após não chegar a um acordo nas negociações com o Palmeiras, Ronaldinho segue a procura de um clube para defender. Seu irmão e empresário, Assis, ainda não sabe o destino, mas garante que o jogador ainda faz questão de um time competitivo, com jogadores que possam ajuda-lo a brigar por títulos.

“A gente conversou alguns dias atrás a respeito disso. Um cara como ele vive em busca de conquistas e é extremamente importante encontrar bons parceiros para isso. Ninguém vence sozinho, futebol é coletivo, passa por grupo, relações e um lugar onde se jogue futebol com alegria. A escolha é em cima disso. É um cara que se manteve e quer se manter vencendo”, afirmou Assis ao UOL Esporte.

O irmão do meia afirmou que Ronaldinho não descarta uma mudança para um país onde há menos pressão do que no futebol brasileiro, mas avisou: países sem tradição no futebol estão descartados, e o jogador não tem interesse em servir de garoto propaganda para fomentar o esporte nestes centros.

“Acho que ainda não, o Ronaldo é muito competitivo, nesse momento o foco é mais em encontrar um clube legal, com uma estrutura bacana para continuar vencendo”, disse o agente.

O Palmeiras culpou Assis pelo fracasso nas negociações para contar com Ronaldinho – segundo o alviverde, o empresário mudou constantemente as exigências contratuais. Para Assis, faltou paciência ao clube para acertar os detalhes.

“Estive fora do Brasil, tenho viajado bastante, estive na China. Às vezes esse tempo atrapalha. , Existia uma pressa, acho que por conta de inscrição na Copa do Brasil, e a gente não conseguiu acertar. Às vezes não dá para ser tão rápido”, disse.

Ronaldinho está sem clube desde o final de julho, quando rescindiu com o Atlético-MG, pelo qual conquistou a Libertadores em 2013. Enquanto não há acerto com nenhum time brasileiro, Assis dá a entender que o caminho do meia, que defendeu Paris Saint-Germain, Barcelona e Milan, pode ser outro: de volta para a Europa.

“Existem coisas da Europa. Não está nada descartada uma volta”, finalizou.

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