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Corinthians descarta reclamação formal por polêmica com VAR na final

Wagner do Nascimento Magalhães consulta VAR durante final da Copa do Brasil - Marcello Zambrana/AGIF
Wagner do Nascimento Magalhães consulta VAR durante final da Copa do Brasil
Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

Do UOL, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo

19/10/2018 04h00

O Corinthians descartou fazer uma reclamação formal à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) depois das polêmicas com o árbitro de vídeo (VAR) na final da Copa do Brasil. O clube entende que o time alvinegro já foi prejudicado e também beneficiado em jogos da atual temporada.

Após a partida contra o Cruzeiro, o presidente Andrés Sanchez disse que "infelizmente era preciso conviver com o VAR". A maior reclamação do mandatário, no entanto, foi o excesso de rigor do árbitro Wagner Nascimento Magalhães no começo de jogo. Andrés fez críticas ao juiz por ele ter mostrado quatro cartões amarelos a jogadores do Corinthians em 32 minutos de jogo. (Por Diego Salgado)

Cruzeiro desloca segurança para cuidar de taça

O Cruzeiro deslocou um membro da equipe de segurança para cuidar do troféu da Copa do Brasil na chegada a Belo Horizonte. No desembarque ocorrido na tarde seguinte ao título do torneio, na Arena Corinthians, o clube entrou em acordo com a gestão do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, para que os atletas passassem por uma saída diferente e a taça também. Na descida, um dos membros da equipe de segurança teve a incumbência de carregar o troféu.

A ideia é que o público em geral do local não tivesse contato com o objeto. Apesar disso, Lucas Silva contrariou a recomendação da diretoria e andou com o troféu entre os torcedores no saguão. (Por Thiago Fernandes)

Ausente no 1º turno, Globo passará Santos x Flu

Na véspera do primeiro turno das eleições presidenciais, no começo deste mês, os jogos do Campeonato Brasileiro foram antecipados de sábado e domingo para acontecerem na sexta-feira e no sábado. Mesmo assim, a Rede Globo decidiu não exibir nenhum jogo, mesmo tendo clássicos regionais à disposição na ocasião. Para o segundo turno, porém, a emissora decidiu retomar o futebol e transmitirá o confronto entre Santos e Fluminense na rede.

O jogo será realizado no próximo dia 27, a partir das 16h30. O duelo está marcado para acontecer na Vila Belmiro e deve ser um confronto direto entre dois times que ainda buscam uma vaga na Copa Libertadores. (Por Bruno Grossi)

Justiça anula sentença favorável a ex-vice do São Paulo

O Tribunal de Justiça de São Paulo anulou o parecer favorável ao ex-vice presidente de comunicação e marketing do São Paulo, José Francisco Manssur, em ação aberta pelo conselheiro do clube Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé. Desta maneira, os dois vão ter de apresentar as suas versões e provas para o caso, aberto em setembro de 2016.

Na ocasião, Dedé havia acusado o ex-vice de ter passado informações pessoais e confidenciais para a Independente, principal organizada do Tricolor, com a intenção de incitar a violência. A Justiça de Primeira Instância havia julgado improcedente a ação promovida por Dedé, sendo que a acusação recorreu ao dizer que Manssur não teria sido interrogado e as testemunhas não teriam sido ouvidas. O caso será devolvido à primeira instância do Judiciário. É possível que o Conselho de Ética do São Paulo também reabra o processo de apuração. (Por José Eduardo Martins)

Após agressão, votação de contas do Flu segue sem data

Interrompida após agressão física a Marcus Vinicius Caldeira, conselheiro da situação, a reunião que analisará as contas de 2017 do Fluminense ainda não tem data para acontecer. O último encontro foi no dia 9 de outubro, e os ânimos ficaram exaltados após as diferentes correntes não chegarem a um acordo sobre se as contas do último exercício deviam ser analisadas antes de discussões pendentes sobre os números de 2016.

Oposicionistas acreditam que o assunto deva ser votado mais para o final do ano, e a decisão sobre marcar o debate fica a cargo de Fernando Leite, presidente do Conselho Deliberativo do Flu. (Por Leo Burlá)