PUBLICIDADE
Topo

Menon

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Cartão vermelho para o VAR, Angulo e Apodi

Fernando Alves/AGIF
Imagem: Fernando Alves/AGIF
Conteúdo exclusivo para assinantes
Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

21/05/2022 20h36

O Brasileiro é um campeonato muito parelho. Um ponto, ao final de 38 rodadas, pode definir se um time continua na Série A ou se vai sofrer na B. Pode decidir o título ou a ida para a Libertadores.

Torcedores de Goiás e Santos têm lances para anotar e, ao final do campeonato, lamentarem muito.

Apodi perdeu um gol na cara de Hugo Neneca, do Flamengo, aos 45 do segundo tempo. O empate não houve, o Flamengo manteve o 1 x 0 e lá se foi um ponto improvável, um ponto que pode fazer a diferença no final.

O Santos, se vencesse o Ceará, alcançaria o líder Corinthians. O Ceará está no Z-4, mas é um bom time, com cinco vitórias em cinco jogos da Sul-americana.

O jogo seria duro. E foi duro.

E a vitória do Santos não veio por um erro técnico incrível de Angulo. Recebeu um passe açucarado de Leo Batistão. Me chuta, me chuta, disse a bola. Angulo chutou. Muito mal. Por cima. E o Santos perdeu dois pontos.

E o pior em campo não foi Angulo. Foi o VAR, que chamou o árbitro Sávio Sampaio em dois lances interpretativos. Sem personalidade, o juiz aceitou. E anulou o gol de Batistão. E expulsou Richard.

Não é difícil entender porque não haverá árbitro brasileiro de VAR na Copa.

São ruins demais.