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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Arrascaeta sai e o Uruguai melhora

Giorgian de Arrascaeta, na partida Chile x Uruguai pela Copa América 2019 - Pilar Olivares/Reuters
Giorgian de Arrascaeta, na partida Chile x Uruguai pela Copa América 2019 Imagem: Pilar Olivares/Reuters
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

21/06/2021 20h35Atualizada em 21/06/2021 20h43

Arrascaeta tem uma história muito grande no futebol brasileiro. Há torcedor do Flamengo que o considere acima de Petkovic. E também, antes da saída conturbada, era ídolo no Cruzeiro.

Na seleção uruguaia, não se firma. Foi vice mundial sub-20 em 2013. Estreou na principal em 2014. E, desde então, fez 27 jogos e apenas três gols.

Começou a Copa de 2018 como titular e foi substituído por Cebola Rodríguez, veterano de pouco brilho.

Agora, de novo. Óscar Tabárez o escalou como titular. Deu dois chutes, alguns passes e foi caindo.

Saiu aos 15 minutos para a entrada de Facundo Torres, revelação do Peñarol, de 21 anos. O garoto correu, encarou e deu o cruzamento para o gol de empate.

A Celeste não vai bem em Arrascaeta. Pena para ele e para o Uruguai.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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