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Precisamos de um Mike Tyson

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

30/11/2020 15h51

Não vi a luta de Tyson. Sua forma física foi muito elogiada. Mesmo assim, torço para que não lute mais. Aos 54 anos, o risco é muito grande.

O que eu queria mesmo é o Tyson novinho. Aquele que a gente comia sanduíche e fazia xixi antes da luta começar. Um descuido e tudo poderia acabar de fração de segundos.

Saudades de Tyson, Foreman e Holyfield. Voltando mais atrás, de Muhammad Ali, Frazier, Sonny Liston, Floyd Patterson...

A falta de grandes campeões e grandes disputas nos levou ao momento atual de Anthony Joshua e Tyson Fury. Quem? Quem? E antes, aos irmãos Klitschko, da Ucrânia.

Tamanha falta de carisma (será coincidência) convive com a ascensão do abjeto UFC.

A memória afetiva exige um destruidor.

O boxe também.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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