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Mané e Diego, os gênios improváveis (com Paulo Batista)

Garrincha - Reprodução
Garrincha Imagem: Reprodução
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

29/10/2020 12h07

Outubro é mês de craque. Pelé completou 80, Maradona, 60 e Garrincha poderia ter chegado aos 87. Não foi possível.

Pelé foi um gênio também pelo físico. Garrincha e Diego foram gênios, apesar do físico. Um, era um tampinha, o outro tinha pernas tortas.

Maradona fez o gol mais bonito da história do futebol. E ganhou a Copa de 86 com colegas de nível, digamos, bom. Não mais.

Garrincha conduziu o Brasil ao título de 1962, superando a ausência de Pelé e mostrando ao mundo qualidades que ninguém conhecia, como a cabeçada e as cobranças de falta. Três gênios. Dois deles, gênios típicos do futebol, dos campinhos, dos "proteros", do futebol, esporte mais democrático do mundo.

Maradona - Reprodução - Reprodução
Imagem: Reprodução

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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