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Galo forte e vingador voa alto, com ajuda de Cássio

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

12/08/2020 21h30

Foi um massacre. O placar foi pequeno. O Galo saiu perdendo por 2 x 0 e virou para 3 x 2. Poderia ter feito muito mais.

Poderia ter feito porque tentou fazer. O tempo todo, menos no acréscimo do segundo tempo, quando houve um sufoco corintiano, baseado em chuveirinhos.

É impressionante a intensidade do Galo. Ataca a bola do adversário incessantemente. Não dá sossego. E continua assim, depois de conseguir alguma vantagem.

Os brasileiros precisam aprender.

O Corinthians saiu na frente com gol do infalível Jô após falha de Guga. E teve o segundo, com uma linha de passe que terminou em Araos.

O Corinthians vencia por 2 x 0, mas o domínio era do Galo, com Keno de um lado e Marquinhos do outro. Cássio fez duas belas defesas.

Sampaoli colocou Hyoran e o jogo mudou. Ele alternou jogadas e o Galo passou a ter jogadas também pelo meio.

O domínio era grande. E Cássio ajudou. Falhou nos dois primeiros gols. Ambos de Hyoran.

E no terceiro, a trave que o havia ajudado no primeiro tempo, virou-lhe as costas e como um político oportunista juntou-se a Natan e decretou a virada.

O Galo é pura diversão. Vale a pena ver. Não tem o tal equilíbrio de Tite e é pura adrenalina.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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