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Pandemão começa com postura medíocre de São Paulo e CBF

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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

09/08/2020 16h24

O caso dos jogadores infectados o Goiás mostrou fatos que são o retrato da indigência do futebol brasileiro.

1) Os testes realizados são bons? Há alguma certeza neles? O negativo de hoje é o positivo de amanhã? Tudo indica que temos jogadores infectados em campo.

2) A CBF não tomou posição. Não falou nada. Mostra a incompetência de quem dirige o futebol brasileiro.

3) A postura do São Paulo foi medíocre. Totalmente omissa. Se houvesse jogo, aceitaria jogar, mesmo com seus jogadores correndo risco diante da incerteza dos testes. Uma diretoria que não reage a nada, aceita tudo. Uma diretoria que abdica de liderar e ter voz ativa. O time, em campo, tem o mesmo procedimento.

4) Os jogadores brasileiros correm risco de vida. E não abrem a boca para nada. Gado.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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