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Brasil é o cemitério de humoristas. Cuidado, Porta dos Fundos.

Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

03/07/2020 15h17

Duas mulheres loiras e elegantes chegam da rua, sentam-se no sofá e começam a conversar. Uma delas diz que não se deve dar marmitas e cobertores para moradores de rua. Isso torna as ruas mais atrativas e eles não farão nada para dali sair.

Não é um roteiro legal para um programa de humor de alguma mídia de esquerda. Poderia dar a entender que uma das mulheres é a primeira-dama e a outra alguém que foi condenada por frases racistas dirigidas a uma cantora.

Um bom tema para o Porta dos Fundos.

EPA...

Não dá.

A mulher loira é Bia Dória, casada com o governador e responsável pelo Fundo Social. A outra é Val Marchiori, condenada a pagar $ 30 mil à cantora Ludmila por dizer que ela tem cabelo de bom bril.

Como competir?

O Brasil é a normalização da literatura fantástica de Gabriel Garcia Marquez, outro que teria dificuldades em (se) criar por aqui.

Menon