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A hora é de Hernanes e Igor Vinicius

Menon

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

03/07/2020 13h14

A pandemia trouxe um problema a Fernando Diniz: a saída de Antony. Como resolver?

A solução natural seria Helinho, de quem Antony era reserva na base. Mas falta a ele aquela centelha dos grandes jogadores, aquele saber de que tem futebol para estar em um clube grande. Não é pra já, talvez seja pra nunca.

Outra opção é Pablo ocupando o lado direito, em revezamento com Pato. Já atuaram juntos algumas vezes e ficou a impressão de que pode dar certo, sim.

Daniel Alves na segunda linha? Poderia ser, mas ele está muito bem na atual posição.

Eu prefiro Igor Vinícius ocupando o corredor direito. A partir da lateral e não na segunda linha. No lugar de Juanfran, explicando melhor.

E Hernanes no meio, completando o trio Tchê Tchê, Daniel Alves e Igor Gomes. Ainda acredito que Hernanes possa voltar a render como antes.

Outro jogador que merece mais chances é Luan. Dá mais poder de marcação ao time. No caso, Tchê Tchê poderia jogar mais avançado, saindo Hernanes ou Vitor Bueno. É uma solução mais conservadora.

Diniz tem boas opções para continuar fazendo um bom trabalho, mesmo sem Antony.

Menon