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Menon: Sassá é um estorvo, fraco de bola e de cabeça

Sassá posou com maço de dinheiro e gerou polêmica - Instagram
Sassá posou com maço de dinheiro e gerou polêmica Imagem: Instagram
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Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

15/02/2020 04h03

Jogador que agride adversário. Jogador que leva amarelo por brigar com o próprio companheiro. Olha, para aguentar alguém assim, precisaria jogar bola como Edmundo, Romário, Almir Pernambuquinho...

Sassá? Passa amanhã.

Jogador que ganha bem, jogador de Série A, no mínimo deve dar ao seu empregador a certeza de estar em campo o máximo de tempo possível.

Com Sassá, não há garantia. Ele, claramente não está preparado para o profissionalismo. E nem para o sucesso.

Posou no Instagram com maços de dinheiro, uma ostentação que cabe mais em um rapper.

E a apresentação no Cruzeiro? Em total desrespeito e desprezo ao Botafogo, time que o revelou, disse que, enfim, estava chegando a um grande clube.

Fez 20 gols em 81 jogos, foi campeão mineiro e da Copa do Brasil, mas a lembrança que deixou foi um murro no queixo de Mayke. Covardia.

Agora, a vítima foi Gleibson, goleiro reserva do Manaus. O que incomodou Sassá? Ter sido provocado com uma "sarrada"? Haver perdido um pênalti? A desclassificação?

Eu aposto que, mau profissional como é, a bronca toda foi pela brincadeira inoportuna.

Sassá é uma peça anacrônica no futebol atual. Apostar nele é buscar problemas e não soluções.

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