Mauro Cezar Pereira

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Morte de 10 garotos no CT do Fla faz 59 meses. Ninguém foi responsabilizado

Eles tinham entre 14 e 16 anos. Hoje teriam entre 19 e 21. Athila Paixão, de 14; Arthur Vinícius, 14; Bernardo Pisetta, 14; Christian Esmério, 15; Gedson Santos, 14; Jorge Eduardo Santos, 15; Pablo Henrique Matos, 14; Rykelmo de Souza, 16; Samuel Thomas, 15; e Vitor Isaías, 15 anos.

Os dez meninos das divisões de base do Flamengo morreram em um incêndio no alojamento do clube no dia 9 de fevereiro de 2019. Hoje, 59 meses se completam. Daqui a 31 dias, mais um mês, então serão cinco longos anos de tortura e tristeza para os pais, amigos e familiares. Uma dor que nunca cessará.

Acordos financeiros o clube fez com quase todas as famílias, exceto uma. Mas isso não basta, independentemente de os valores terem sido maiores ou menores. É preciso que seja feita justiça. Quem causou aquilo? Quais os responsáveis? Houve negligência? De quem?

Apenas cerca de quatro anos e meio após o incêndio houve a primeira audiência de instrução e julgamento com coleta de depoimentos, em agosto passado. Para o Ministério Público, muitas irregularidades que culminaram no incêndio. E daí? Assim, perto do quinto aniversário da morte dos garotos do ninho, nada mudou.

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