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Presidente do River acusa jogadores do Boca de provocação a torcedores

Ônibus do Boca Juniors foi atingido por pedras atiradas por torcedores do River - Reprodução
Ônibus do Boca Juniors foi atingido por pedras atiradas por torcedores do River Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

26/11/2018 16h11

A final da Copa Libertadores deste ano se tornou uma das mais polêmicas da história. Após uma confusão envolvendo a torcida do River Plate e jogadores do Boca Juniors, a partida de volta da decisão foi adiada. Presidente do River, Rodolfo D’Onorio acusou os atletas adversários de provocação.

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“Me disseram que os jogadores do Boca fizeram gestos de dentro do ônibus para a torcida do River. Quando voltamos do campo do Boca, também quebraram os vidros. Isso acontece no futebol, temos que tomar precauções e ter cortinas fechadas”, declarou o dirigente.

D’Onorio também criticou a ação da organização no momento do ocorrido. No sábado (24), data inicial do segundo jogo de volta da final da Libertadores, torcedores do River Plate utilizaram pedras e gases para agredir o ônibus do rival na chegada ao estádio Monumental de Núñez.

“Me chamou atenção quando vi todos os vídeos. Não podia haver pessoas perto do ônibus que estava chegando. Tinham que estar ao menos 40 metros distantes. O que aconteceu é que não houve prevenção para tomar conta do ônibus do Boca. É claro que houve erro de procedimento no sábado. Quem veio no domingo encontrou outra coisa”, acrescentou o presidente do River.

Até o momento há uma incógnita. A partida entre River Plate e Boca Juniors ainda não tem data ou qualquer direcionamento sobre qual decisão a Conmebol irá tomar sobre a realização do confronto.

No primeiro confronto, disputado em La Bombonera depois de adiamento pelas condições do tempo em Buenos Aires, Boca Juniors e River Plate empataram por 2 a 2. Quem vencer o próximo confronto leva o troféu da Libertadores e a vaga da América do Sul para o Mundial de Clubes.

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