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Peres nega falha do Santos e fala em golear 2º jogo: "Acaba a brincadeira"

Fato de analisar não significa que Conmebol está nos condenando, diz dirigente - Ivan Storti/Santos FC
Fato de analisar não significa que Conmebol está nos condenando, diz dirigente Imagem: Ivan Storti/Santos FC

Do UOL, em São Paulo

22/08/2018 15h15

O presidente do Santos, José Carlos Peres, evitou polemizar nesta quarta-feira (22) a respeito de uma possível punição ao clube por ter escalado o meio-campista Carlos Sánchez no jogo da véspera contra o Independiente (ARG), em Avellaneda, pelas oitavas de final da Copa Libertadores 2018.

O jogador foi expulso na Copa Sul-Americana de 2015, quando ainda defendia o River Plate (ARG), e teria uma suspensão de três jogos a cumprir. O clube, porém, confia em uma anistia oferecida pela Conmebol em 2016, que teria reduzido a pena a um jogo – já cumprido pelo atleta.

Na volta da delegação ao Brasil, Peres assegurou que o sistema da Conmebol não apresentava punições a Carlos Sánchez na hora do registro do jogador. Por isso, demonstra otimismo.

“Ela (Conmebol) vai analisar o caso. Se está zerado (de punições no sistema), a falha não foi nossa. Quando fizemos o registro, apareceu zero. Isso é comprovado. Nós entendemos e seguimos o padrão técnico que se utiliza quando você faz o registro do jogador”, disse Peres.

“É assim que funciona. Você vai fazer o registro do jogador e está zero punição, (então) você vai em frente. Talvez isso tenha induzido a essa situação. Mas não acredito nisso. O fato de analisar não significa que ela está nos condenando. Vamos aguardar”, acrescentou.

O presidente do Santos prometeu “acompanhar esse caso in loco” nos próximos dias, torcendo por uma definição rápida – os dois times se enfrentam de volta na próxima terça-feira (28). Por enquanto, Peres não fala sobre o placar necessário na volta, mas admite torcer por um resultado elástico.

“É difícil trabalhar sob hipótese. Temos que aguardar e ver o que aconteceu realmente”, afirmou, dizendo mais tarde que “um a zero basta”. “Se der para botar uns quatro, assim acaba a brincadeira”, completou.

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