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Mambacita: Filha que morreu com Kobe, Gigi era o legado do pai nas quadras

Retrato de Kobe Bryant e a filha Gianna para a revista "Slam" - Reprodução/SLAM
Retrato de Kobe Bryant e a filha Gianna para a revista "Slam" Imagem: Reprodução/SLAM

Do UOL, em São Paulo

27/01/2020 14h00

A queda de helicóptero que vitimou o astro da NBA Kobe Bryant ontem (26) não matou apenas uma das maiores lendas do basquete mundial, número um absoluto em pontos, jogos e vitórias pelo Lakers. O retorno de Kobe às quadras já era esperado, ainda que simbolicamente, nas mãos da filha Gianna, 13, uma das outras sete vítimas da tragédia.

Gigi despontava como jovem estrela, sustentada pela habilidade com a bola e arremessos que lembravam o estilo de jogo do pai. Os dois pareciam inseparáveis. Treinavam juntos todos os dias, eram vistos frequentemente em jogos da NBA, da WNBA e da NCAA.

Há alguns anos os vídeos da jovem em ação viralizavam, assim como a reação do pai, orgulhoso de sua "mambacita". O repertório da jovem promessa já contava com arremessos de três, giros, bandejas, dribles.

O potencial era tanto que treinadores da liga universitária já sondavam a jovem, mas Gigi dizia estar determinada a se tornar uma Huskie e ser treinada por Geno Auriemma, na UConn - mesmo caminho traçado por algumas das maiores jogadoras da WNBA: Diana Taurasi, Sue Bird, Maya Moore e Breanna Stewart.

O acidente aconteceu justamente no momento em que a dupla e outros colegas se dirigiam à Mamba Academy para um jogo de Gigi contra o Lady Heat, de Fresno, em um torneio sub-14.

A história da segunda filha de Kobe e casos da vida e carreira do ex-jogador foram retratadas em reportagem especial publicada pelo UOL Esporte em homenagem ao astro dos Lakers.

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