Topo

Brasil tem 866 mortes de covid em 24 h e se aproxima de 17 milhões de casos

Mais de 473 mil pessoas morreram no Brasil em decorrência da covid-19 desde o começo da pandemia, segundo o Ministério da Saúde - Bruno Kelly/Reuters
Mais de 473 mil pessoas morreram no Brasil em decorrência da covid-19 desde o começo da pandemia, segundo o Ministério da Saúde Imagem: Bruno Kelly/Reuters

Ana Paula Bimbati e Ricardo Espina

Do UOL, em São Paulo e colaboração para o UOL, em São Paulo

06/06/2021 18h30Atualizada em 06/06/2021 20h25

Após um ano e três meses desde o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil, o país já soma quase 17 milhões de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Ao todo já são 16.946.100 casos, sendo que 41.114 novos diagnósticos foram cadastrados nas últimas 24 horas. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, junto às secretarias estaduais de saúde.

O número de mortes chegou a 473.495 com a inclusão de 866 registros de óbitos nas últimas 24 horas.

Já a média móvel se manteve acima de mil: 1.629 óbitos. A média de hoje é comparada com o índice de 14 dias atrás. Ela também ajuda a entender os dados, já que aos finais de semana e feriados os dados podem sofrer alteração por as equipes das secretarias trabalharem em esquema de plantão.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil computou 873 novas mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o começo da pandemia, houve 473.404 óbitos no país em decorrência da doença.

De ontem para hoje, segundo os dados da pasta, foram confirmados 39.637 novos casos de covid-19 no Brasil, elevando o total de infectados para 16.947.062 desde março de 2020.

O governo federal informou também que 15.342.286 pessoas se recuperaram da doença, com outras 1.131.372 em acompanhamento.

A pandemia nos estados

Os quatro estados que apresentam tendência de alta foram: Tocantins (43%), Acre (41%), Mato Grosso do Sul (26%) e Pernambuco (17%). Onze estados tiveram queda e onze e o Distrito Federal tiveram estabilidade.

Os dados de Roraima não são atualizados aos fins de semana.

Veja a situação por estado e no Distrito Federal:

Região Sudeste

  • Espírito Santo: queda (-27%)
  • Minas Gerais: queda (-26%)
  • Rio de Janeiro: queda (-37%)
  • São Paulo: estável (-8%)

Região Norte

  • Acre: alta (41%)
  • Amazonas: estabilidade (9%)
  • Amapá: queda (-29%)
  • Pará: queda (-24%)
  • Rondônia: queda (-28%)
  • Roraima: queda (-48%)
  • Tocantins: alta (43%)

Região Nordeste

  • Alagoas: estável (7%)
  • Bahia: estável (12%)
  • Ceará: queda (-21%)
  • Maranhão: estável (-5%)
  • Paraíba: estável (2%)
  • Pernambuco: alta (17%)
  • Piauí: queda (-34%)
  • Rio Grande do Norte: estável (14%)
  • Sergipe: queda (-18%)

Região Centro-Oeste

  • Distrito Federal: estável (14%)
  • Goiás: estável (-7%)
  • Mato Grosso: estável (8%)
  • Mato Grosso do Sul: alta (26%)

Região Sul

  • Paraná: queda (-23%)
  • Rio Grande do Sul: estável (-14%)
  • Santa Catarina: estável (-3%)

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.