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Besouro entra no ouvido de criança no MS; especialista diz que caso é comum

Besouro retirado do ouvido de Bernardo, filho da vendedora Karla Cânepa, em Campo Grande - Acervo pessoal
Besouro retirado do ouvido de Bernardo, filho da vendedora Karla Cânepa, em Campo Grande Imagem: Acervo pessoal

Gabriela Ingrid

Do VivaBem, em São Paulo

22/01/2020 12h15

Um besouro entrou pelo canal auditivo de um menino de 4 anos, em Campo Grande (MS), na noite de sábado (18). A mãe, Karla Cânepa, explicou ao UOL que o filho estava quase dormindo quando deu um grito e começou a dizer que havia um bicho em seu ouvido.

Na UPA, os médicos fizeram uma lavagem para extrair o inseto e orientaram que o menino ficasse em observação durante as 24 horas seguintes para o caso de uma possível infecção. Cânepa disse que o filho não reclamou de dores, por isso não precisou ser medicado.

"Em áreas urbanas é comum moscas, pequenas baratas, mariposas ou besouros", diz Andy Vicente, otorrinolaringologista do Hospital Cema e especialista em ouvido. O médico afirma que realiza com frequência cirurgias para retirar esses insetos do nariz ou ouvido dos pacientes.

Geralmente, após a retirada do bicho, é necessária a observação, assim como ocorreu com o menino de Campo Grande. A presença do inseto pode causar infecções secundárias, notadas com inflamação no local e dor. Neste caso, o tratamento é feito com antibióticos.

Dependendo do inseto, os perigos dessa "invasão" variam. No caso de uma mosca entrar no ouvido, por exemplo, ela deposita ovos e as larvas começam a rastejar pelo canal do paciente, causando dor. "É nesse momento que eles costumam buscar ajuda", diz Vicente.

Já carrapatos, mais comuns em áreas rurais, hospedam e transmitem diversos agentes patogênicos (vírus, bactérias e protozoários) ao homem. Os microrganismos são transmitidos através da saliva dos carrapatos, que é injetada no local da picada, e que por sua vez apresenta toxinas, substâncias anestésicas e anticoagulantes. Entre as doenças transmitidas ao homem estão a febre maculosa e doença de Lyme.

Segundo o médico, entretanto, independentemente de qual for o bicho, o ideal é buscar ajuda assim que sentir algo diferente —zumbido ou dor —, para evitar problemas futuros.

*Fonte consultada em matéria publicada no dia 02/05/19

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