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Não gosta de variar a posição no sexo? Essas 6 dicas são para você

Dá para viver um sexo com emoções sem estratégias dignas do Kama Sutra - Getty Images
Dá para viver um sexo com emoções sem estratégias dignas do Kama Sutra Imagem: Getty Images

Heloisa Noronha

Colaboração com Universa

26/08/2020 04h00

Nem todo mundo curte malabarismos, ousadias ou testar todas as posições do Kama Sutra na cama. Se você faz parte desse time - e não há nada de errado com isso, viu? -, saiba que dá para viver emoções com mais do mesmo com algumas sugestões bem fáceis se seguir.

Com a ajuda de especialistas, listamos 6 dicas para trazer mais animação no sexo sem muito contorcionismo.

1. Explore seu corpo e procure o ponto G: não é toda posição que permite um estímulo contínuo no clitóris - isso é mais fácil de se obter com a língua ou os dedos do parceiro. Então, saber onde fica o seu ponto G pode tornar certas posições - como a cowgirl invertida - mais
gostosas e excitantes, reduzindo o anseio por novidades. "Vale lembrar não existe uma mapa certeiro para chegar até o ponto G, então tente encontrar o seu via masturbação, com os dedos ou com a ajuda de sex toy. Isso pode facilitar na hora do sexo, já que conhecendo o caminho você pode ir conduzindo seu parceiro", sugere o psicólogo e sexólogo Giovane Oliveira, consultor em sexualidade da startup de terapia on line Vittude. Via de regra, essa área enrugadinha e sensível ao toque fica na parte interna e superior da vagina, a uns 5 cm da sua entrada.

2. Não reduza o sexo somente à penetração: "fuja da 'ditadura'; de que toda relação precisa ter penetração e orgasmo e foque no prazer. Que tal prolongar as preliminares? Elas não precisam ser somente o antes, podem ser o 'prato principal'; da transa. Explore a masturbação em conjunto, o sexo oral e vocês podem ter bastante prazer", afirma a psicóloga e terapeuta sexual Paula Napolitano, autora do e-book "Sexplicando - Sexualidade sem Mitos e Tabus". Ela aconselha ainda que o casal aposte em massagens eróticas com beijos, línguas, barba, cabelo, unhas e o próprio corpo para se provocarem. "Isso permite que vocês explorem as zonas erógenas e abre possibilidades diferentes de prazer", diz.

3. Invistam no modo "slow" do papai-mamãe: a posição mais clássica de todas pode receber um upgrade se você ensinar o parceiro a penetrar de maneira mais lenta. "Funciona assim: penetra, conta em média 3 segundos, e depois tira o pênis, contando mais 3 segundos. Esse
movimento mais suave gera mais lubrificação para a mulher e um prazer intenso na relação a dois", ensina a sexóloga Danni Cardillo, do Rio de Janeiro (RJ).

4. Ou façam o papai-mamãe invertido: com a mulher de costas, de barriga para baixo, o contato corpo-a-corpo muda e deixa tudo mais gostoso. O homem pode aproveitar e beijar a nuca ou mordiscar o lóbulo da orelha da parceira, enquanto solta palavras picantes. E mais: se uma das suas mãos estiver livre, é possível tocar o clitóris ao mesmo tempo, duplicando o tesão.

5. Assuma o controle pelos movimentos: boa parte das posições entendidas como "mais comuns" costumam colocar a mulher num papel de passividade, deixando a cargo do homem toda a ação. Reflita se não é esse padrão que a deixa desmotivada para tentar coisas novas e questione: por que não trazer o papel da movimentação penetrativa para você? "No papai-mamãe, ao ficar por cima ou até mesmo ao se posicionar de quatro, diga ao parceiro para ficar parado e mexa-se. Isso pode gerar novas sensações e também ajudara perceber pontos específicos de prazer que não aparecem espontaneamente pela predominância da movimentação, tempo e ritmo da penetração guiada apenas pelo homem", indica Giovani.

6. Lembre-se que a conchinha é puro deleite: a posição que pode ser bem prazerosa e não exige performance e malabarismo, mas que pode render conexão e prazer. A sugestão é tentar com uma das pernas da mulher por cima do parceiro. Ou seja, de lado, mas com a perna aberta. "Assim é possível ter penetração, estimulação do clitóris, toques nos seios e beijos durante a relação! O corpo todo fica em contato" diz a terapeuta sexual. E a conexão continua no modo refratário, quando ambos estiverem relaxando depois do orgasmo.

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