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7 vezes que Anitta mostrou a medicina para a autoestima e contra o machismo

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Imagem: Instagram

Da Universa

20/07/2018 15h22

Nesta sexta-feira (20), Anitta lançou o videoclipe para o primeiro single "Medicina", gravado em seis países, e a canção já está ganhando destaque mundial nos serviços de streaming e nas visualizações.

Mas engana-se quem acha que a cantora está mostrando sua "medicina" pela primeira vez. A cantora, que se destaca pela sua personalidade nas redes sociais e entrevistas, mostrou diversas vezes ser uma voz importante para a autoestima.

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Aproveitando o lançamento da música, reunimos 7 vezes que Anitta mostrou ser a medicina para a autoestima e abraçou a sensualidade como mulher, inspirando outras a fazerem o mesmo.

1. "Reformei a cara na vida real mesmo e nunca mais precisei fazer Photoshop"

A cantora nunca teve problemas em falar sobre as cirurgias plásticas que já fez, como no nariz e nos seios. Em entrevista à Marie Claire, a brasileira contou que "sempre se amou", mas queria melhorar, então optou pelos procedimentos estéticos, incluindo a aplicação de botox nos lábios. Afinal, o importante é estar bem com o próprio corpo, seja como for.

2. "Minha sensualidade não pode ser motivo de vergonha ou censura"

Capa da Cosmopolitan México, Anitta falou sobre a objetificação e a importância de acabar com o tabu sobre a sensualidade, principalmente em meio a força de debates atuais sobre o machismo. "Todo o meu trabalho vem do meu corpo, da minha realidade, dos meus pensamentos e do que acredito. Sempre falo por mim e construo as coisas com honestidade. A sensualidade é parte disso e é natural. Não pode ser motivo de vergonha ou censura".

3. "Supervisiono cada departamento"

Formada em administração, Anitta é a principal responsável por ter chegado onde chegou. Em entrevistas, a cantora revelou ser a chefa de si mesma, algo que repercutiu diretamente em sua carreira. Um exemplo disso é o fato dela ser a mulher mais bem paga da publicidade brasileira, envolvendo contratos com a Coca-Cola e grifes de roupas. Seu cachê, segundo o colunista Ricardo Feltrin, é de R$ 4,5 milhões para cada campanha.

4. "Só no Brasil existe preconceito contra o funk"

Em entrevista à RFI Brasil, a cantora falou sobre o preconceito que ainda existe com o funk, ritmo que a lançou no mercado musical e usado por ela para impulsionar a carreira internacional. O gênero, sempre ligado a adjetivações pejorativas, como "vulgar" ou "obsceno", é apontado por ela como um preconceito dos próprios brasileiros, principalmente pelo fato das roupas usadas por mulheres em ocasiões como essa.

"Eu acho que às vezes o brasileiro não se dá conta do próprio poder. Nós somos do tamanho de um continente e muitas vezes o próprio brasileiro não valoriza o que é seu. Temos que entender que essas pessoas fora do Brasil são incríveis, mas nós também podemos ser vistos por outras pessoas como incríveis. A gente precisa ter um pouco mais de patriotismo".

5. "Um artista tem que saber quem é"

Em entrevista à Folha de S. Paulo, Anitta reforçou a importância da conexão com os fãs, sendo, no caso da cantora, grande parte da comunidade LGBT, a qual ela sempre mostra seu apoio, incluindo a performance na Parada Gay. "Um artista tem que saber quem é, ser coesa na construção da carreira, ter um discurso com que as pessoas se identifiquem e sustente o que se propõe a fazer".

6. "Juntas somos mais fortes"

Quando lançou o videoclipe para "Vai Malandra", dirigido por Terry Richardson, na mesma época acusado de assédio sexual por diversas modelos, a cantora reforçou o ponto sobre a importância da sororidade entre as mulheres. "Eu me considero feminista. Eu, como mulher, tento fazer a minha parte. Falta muito ainda para que todas nós tenhamos direitos iguais aos dos homens. O machismo no Brasil é muito grande, mas acredito na justiça. Juntas somos mais fortes".

7. "Beijando um ou seis, as mulheres devem ser respeitadas"

Criticada muitas vezes por fazer músicas envolvendo temas sexuais ou de supervalorização do corpo, Anitta em entrevista à agencia Efe, falou sobre como se inspira para a produção de seu repertório. "Eu só canto o que sinto e gosto de fazer. Se me sinto romântica, expresso, se me sinto sexy, também. A minha meta com a música é fazer com que nos respeitem como quisermos ser. Sensuais ou não, beijando um ou beijando seis".

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