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Twitter põe alerta em post de Eduardo Bolsonaro sobre lockdown

Eduardo Bolsonaro disse no Twitter que no lockdown as pessoas "são condenadas" a ficarem confinadas em casa - Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Eduardo Bolsonaro disse no Twitter que no lockdown as pessoas 'são condenadas' a ficarem confinadas em casa Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Colaboração para o UOL

13/04/2021 07h22Atualizada em 13/04/2021 07h53

O Twitter colocou um alerta de "publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à covid-19" em uma postagem feita pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Na mensagem, compartilhada na tarde de ontem, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o "lockdown é o oposto de distanciamento social".

"No lockdown, as pessoas são condenadas a ficarem confinadas em casa, aumentando a proliferação do vírus", defendeu o político.

Apesar de alertar aos usuários sobre uma violação das regras do Twitter, a rede social optou por manter o post, alegando que ele "pode ser do interesse público".

Histórico

Essa não é a primeira vez que a família Bolsonaro tem postagens moderadas nas redes sociais. Em janeiro deste ano, o Twitter também colocou um alerta de informação enganosa e prejudicial à saúde em um post do presidente sobre tratamento precoce.

Na ocasião, Jair Bolsonaro defendeu que "estudos clínicos demonstram que o tratamento precoce da covid, com antimaláricos, pode reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e estão associadas à redução da mortalidade".

Twitter põe alerta em tweet de Bolsonaro sobre tratamento precoce de covid-19 - Reprodução - Reprodução
Twitter põe alerta em tweet de Bolsonaro sobre tratamento precoce de covid-19
Imagem: Reprodução

Em março do ano passado, Bolsonaro teve duas publicações apagadas pelo próprio Twitter por "violar regras de uso". Uma delas foi um vídeo em que o presidente conversava com ambulantes durante um passeio em Brasília.

Nas imagens, Bolsonaro aparecia defendendo que as pessoas continuassem trabalhando e dizia que "tem que abrir os comércios e trabalhar normalmente".