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Veja quais foram as 10 maiores ameaças a dispositivos Android em 2015

segurança na internet, hacker, proteção de dados, tecnologia, computador - iStock
segurança na internet, hacker, proteção de dados, tecnologia, computador Imagem: iStock

Do UOL, em São Paulo

14/03/2016 11h41

A empresa de segurança virtual F-Secure divulgou as maiores ameaças detectadas por eles nos dispositivos para Android em 2015. A maior delas, o SmsSend, consegue extrair dinheiro da conta telefônica do usuário infectado. O ranking ainda traz outros três malwares do mesmo gênero.

Outros golpes prometem privilégios de controle do sistema, conhecido como "root", e sequestra o acesso a arquivos pessoais em troca de dinheiro --prática conhecida como "ransomware" (sequestro de dados). Veja a lista completa abaixo.

Para 2016, o analista sênior do F-Secure, Zimry Ong, acredita que apps de pagamento online maliciosos se tornarão mais populares. Funciona da seguinte forma: você realiza uma compra em um site legítimo, mas que foi hackeado. Ao fechar a compra, em vez do processo habitual de pagamento, o site pedirá pela instalação de um app para completar a transação, o que facilitará a obtenção dos dados do cartão de crédito e as informações pessoais.

"Se você está comprando em um site conhecido e ocorre uma mudança repentina do processo habitual de pagamento, esse é um alerta de que algo está errado", avisa Ong.

  • Alessandro Shinoda/Folhapress

    SmsSend

    O truque mais usado em 2015 infecta dispositivos Android com um Cavalo de Troia que envia mensagens SMS para números associados a serviços tarifados. O celular alterado envia mensagens de texto para aquele número, aumentando as cobranças na conta telefônica do usuário e dando lucros ao invasor. Esse malware foi percebido em 15% das detecções no ano

  • Reuters

    Slocker

    Este ransomware --que bloqueia o aparelho e cobra um valor de "resgate" para que o acesso seja restabelecido-- criptografa imagens, arquivos de documentos e vídeos, além de exibir uma mensagem acusando o usuário de infringir a lei por visitar sites pornográficos. Para intimidar ainda mais a vítima, o malware alega ter fotos de seu rosto e saber sua localização. Esta ameaça infecta por meio de apps relacionados a pornografia e também com e-mails de spam dizendo ser uma atualização do Adobe Flash Player. O Slocker ficou em segundo lugar, com 2,46% das detecções

  • Getty Images

    Fakeinst

    Aparenta ser um arquivo de instalação de um app popular, mas em vez disso, envia SMS para serviços que aumentam as cobranças na conta telefônica. Foi visto em 2,3% das detecções

  • Getty Images

    Ginmaster

    Rouba informações confidenciais dos dispositivos e as envia para um website remoto. O Ginmaster foi detectado em 1,7% das invasões achadas

  • Getty Images

    Gingerbreak

    Explora uma vulnerabilidade em sistemas Android anteriores à versão 2.3.4 que permite que o invasor ganhe privilégios de controle do sistema (root) do aparelho. Representou 1,2% das invasões em 2015

  • Getty Images

    SmsPay

    Assim como o SmsSend, envia mensagens SMS para números associados a serviços tarifados, aumentando as cobranças na conta telefônica do usuário e permitindo que o invasor lucre com isso. Protagonizou 0,5% das ameaças detectadas

  • Shutterstock

    Droidrooter

    Permite privilégios de controle do sistema (root) do aparelho para o invasor. Também é usado como uma ferramenta de ataque quando usuários propositadamente as rodam para quebrar o bloqueio do smartphone ou tablet (jailbreak). O Droidrooter esteve em 0,5% das detecções

  • Thinkstock

    Dialer

    App ligado à pornografia que insistentemente mostra uma página de tela cheia instigando o usuário a ligar para um número. Equivale a 0,4% das detecções

  • Reprodução

    Smskey

    Assim como o SmsSend e SmsPay, envia mensagens SMS para números associados a serviços tarifados, aumentando as cobranças na conta telefônica do usuário e permitindo que o invasor lucre com isso. Foi visto em 0,3% dos tipos de invasões do ano passado

  • iStock

    Coudw

    Cria uma entrada alternativa (backdoor) para o invasor atacar o dispositivo quando bem entender. Esteve em 0,2% das ameaças encontradas nos dispositivos