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Rockstar Games: Os melhores e piores jogos do estúdio

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Daniel Esdras

Do GameHall

21/07/2019 04h00

A Rockstar Games é uma desenvolvedora norte-americana fundada em 1998 que já produziu diversos jogos aclamados por público e crítica. Famosa por séries como Grand Theft Auto (GTA) e Red Dead Redemption, a empresa coleciona prêmios, fãs e recordes de vendas -- além de algumas polêmicas questões trabalhistas.

Mas às vezes as coisas saem do rumo e o produto final acaba decepcionando. Por isso vamos relembrar os melhores e piores momentos da Rockstar até aqui.

MELHORES

Red Dead Redemption

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A saga de faroeste da Rockstar conta com dois episódios: "Red Dead Redemption" é de 2010, e "Red Dead Redemption II" chegou em 2018 para PlayStation 4 e Xbox One. A série é a experiência definitiva de velho oeste nos videogames, com uma construção de mundo bem detalhada e cheia de referências aos melhores filmes de bangue bangue de Hollywood.

Ambos os títulos receberam notas impressionantes e diversos prêmios de jogo do ano das principais publicações mundo afora. Sucesso de vendas e crítica, deve render novos episódios no futuro. Só resta saber como a Rockstar vai encaixar a história já bem resolvida em uma possível sequência.

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Grand Theft Auto

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Quem nunca passou horas da vida criando o caos nas cidades de GTA? A série mais famosa e rentável da Rockstar já está no quinto título na linha principal. A história de foras da lei tentando se adaptar ao sonho americano é sempre sinônimo de sucesso.

Com exceção do segundo título da franquia e algumas expansões, as análises de GTA são sempre positivas. Mestre na criação de mundo, a Rockstar sempre traz cidades repletas de vida, atividades secundárias e muitos pontos interessantes para se explorar.

Na versão mais recente, "GTA V", o modo online foi introduzido e virou febre, com milhares de jogadores online todos os dias, mesmo anos após o lançamento.

Rumores já apontam para um novo GTA, com vazamentos suspeitos citando o Brasil como cenário. Resta esperar para ver.

Max Payne

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Os primeiros títulos da série Max Payne foram desenvolvidos pela Remedy e apenas publicados pela Rockstar. Ambos foram aclamados pela crítica, ficando famosos pela mecânica chamada "Bullet Time". Já o terceiro jogo da franquia ficou a cargo da Rockstar, com Dan Houser, escritor de grande parte dos títulos da empresa, assumindo o lugar de Sam Lake, que tinha criado a franquia.

O jogo recebeu análises quase tão boas quanto a dos seus antecessores e cumpriu bem o seu papel na série. A expectativa é por uma continuação, mas pelos rumores que andam rolando, a fila ainda teria outros jogos na frente, como um novo Bully.

Bully

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"Bully" é um dos favoritos entre os fãs da Rockstar. O jogo foi lançado em 2006 para o PS2 e ficou envolvido por diversas polêmicas. Jimmy, o protagonista, é um garoto problemático que precisa se encontrar dentro de uma escola repleta de grupos clichês dos colégios americanos: os nerds, os atletas, as líderes de torcida, entre outros.

Em cada missão o jogador vivia momentos de tensão entre os grupos e com os professores, com o humor ácido e sem pudor da Rockstar. Ao participar das aulas de diversas matérias, Jimmy ia aprendendo novas mecânicas, como criar bombinhas em química, ou aprimorar sua persuasão em gramática. O resultado era sempre mais confusão.

Com uma sequência quase certa, fica a dúvida de como a Rockstar vai adaptar a sua série para o mundo moderno. Em 2006 o jogo chegou a ser proibido em diversos países, inclusive no Brasil. De 2020 em diante, com a popularização da internet e das redes sociais, as polêmicas devem ser ainda maiores.

Midnight Club

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Desenvolvido pela Rockstar San Diego, "Midnight Club" foi lançado no ano 2000 e ganhou diversas sequências. O jogo é baseado no Midtown Madness, jogo anterior da Rockstar San Diego, quando o estúdio ainda se chamava Angel Studios.

Arcade divertidíssimo, "Midnight Club" transforma você em um corredor de rachas, para quem cada nova vitória significa mais chances de conseguir veículos melhores e mais rápidos. O último jogo da franquia foi lançado para Xbox 360 e PlayStation 3 em 2009, o "Midnight Club: Los Angeles Complete Edition", que não foi tão bem quanto os antecessores. Será que ainda veremos uma continuação para a série?

L.A. Noire

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Desenvolvido pela Team Bondi e publicado pela Rockstar, "L.A. Noire" foi lançado em 2011 e recebeu boas avaliações da crítica. O jogo foi se inspirar nos filmes Noir dos anos 50 e 60 e contou a história de Cole Phelps, um policial com diversos traumas da guerra.

Um dos grandes diferenciais do título foram as animações faciais dos personagens, com expressões autênticas, algo que ainda hoje é tabu em vários gêneros. O resultado foram vendas satisfatórias e a promessa de uma continuação, que ainda parece nos planos da Rockstar, mas não tem data para rolar.

OS PIORES

Manhunt

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A Rockstar cometeu poucos deslizes em sua história e por isso, mesmo os jogos que estão longe do seu melhor carregam uma boa base de fãs. "Manhunt" é um desses exemplos. Lançado em 2003 para o PlayStation 2, o jogo conta a história de Cash, um condenado à morte que é manipulado para matar uma série de criminosos em troca de sua liberdade.

O tom sombrio e a violência gráfica chamaram atenção e fizeram o jogo ser proibido em diversos países. O jogador tem como principal arma a escuridão, que pode ser utilizada para executar os inimigos de forma furtiva. O jogo tem bons momentos, mas no geral se apega no tema pesado para justificar a mecânica simples e sem muita novidade.

A sequência de 2007, "Manhunt 2", recebeu ainda mais críticas negativas, com uma IA que parecia menos inteligente que a do primeiro título, mecânicas ainda simplistas e mais apelo à violência somente para chocar.

Smuggler's Run

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"Smuggler's Run" é provavelmente o pior jogo da Rockstar. Desenvolvido pela Angel Studios, que mais tarde se tornaria a Rockstar San Diego, ele foi um título de lançamento para o PlayStation 2 no ano 2000. Com alguns elementos interessantes para a época, acabou ganhando uma sequência alguns anos depois.

O objetivo do jogador durante as missões é contrabandear produtos pela fronteira, escapando da CIA ou de gangues de contrabandistas rivais. Em alguns modos de jogo existiam minigames que exploravam outras partes da jogabilidade, como corridas e batalhas.

Problemas de acabamento entregaram um jogo que tinha bugs enjoados. O game era curto demais e tinha gráficos não muito impressionantes, o que também não ajudou. No fim das contas, foi um título medíocre, principalmente se comparado com os outros jogos da empresa.

Oni

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Desenvolvido pela Bungie e publicado pela Rockstar, "Oni" é um jogo de ação em terceira pessoa com uma estética de anime e uma protagonista armada até os dentes. A princípio seria lançado só para PC, mas a Rockstar Canadá fez o port para o PlayStation 2 e lançou o jogo na plataforma no mesmo dia, no ano de 2001.

Com inspirações de Ghost in the Shell e Akira, o mundo de Oni é Cyberpunk clássico. O problema foi que toda essa inspiração ficou mais na teoria que na prática, já que a maior crítica em relação ao jogo foi seu mundo pouco detalhado e com gráficos abaixo da média.

O jogo prometeu um modo multiplayer local, mas acabou removendo o sistema antes do lançamento por problemas na produção. A IA dos inimigos foi bastante criticada, e a história considerada clichê e pouco desenvolvida.

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