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Street Fighter 6 pode mudar o cenário competitivo... mas e o Projeto L?

Street Fighter 6 - Reprodução/SF6
Street Fighter 6 Imagem: Reprodução/SF6
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Leo Bianchi

Leo Bianchi é jornalista, já foi repórter e apresentador do Globo Esporte. É apaixonado por competição e já cobriu Copa do Mundo, Fórmula 1, UFC e mundiais de CS:GO, R6, FIFA, Just Dance e Free Fire. Também é youtuber e pro-player frustrado. No GGWP você encontra análise dos cenários competitivos no Brasil e no mundo, além dos bastidores do universo envolvendo times, jogadores e novidades em geral.

Colunista do UOL

02/03/2022 11h56

O anúncio de Street Fighter 6 incluiu um trailer com os personagens Ryu e Luke, mas mais novidades sobre o jogo foram prometidas apenas para o verão dos Estados Unidos - ou seja, a partir de maio/junho. Entretanto, já temos diversos motivos para ficar empolgados.

Street Fighter é praticamente um batismo de quem jogou videogame na década de 90 e uma das franquias de maior sucesso da história. Mas, à parte disso, é incrível ver como os jogos de luta atravessaram gerações e seguem populares em diversas faixas etárias. Com seus diferentes títulos, dentro de suas diferentes peculiaridades... Mas sempre fortes. O que falta para o cenário competitivo crescer ainda mais?

A própria franquia da Capcom, por exemplo, vive um momento interessante. Após altos e baixos de Street Fighter V, que exigiram adaptações e atualizações para atender à rigorosa comunidade casual, agora ele dá lugar ao seu sucessor. O principal desafio será ter, desde o início, um balanceamento que funcione tanto para aqueles que apenas querem se divertir quanto para aqueles que jogam profissionalmente.

Ryu, Ken e tantos outros estão no imaginário de muita gente já adulta e continuam sendo apresentados aos mais jovens. Essa é a responsabilidade de quem detém uma franquia desse tamanho.

O lançamento de Street Fighter 6, inclusive, deve ser uma das muitas movimentações que estão reservadas para o mercado dos jogos de luta nos próximos anos. E aqui, há um ponto significativo a ser discutido.

A Riot Games ainda não revelou muitos detalhes do Projeto L, sua aposta no gênero, mas assegurou que traria novidades no segundo semestre. Tom Cannon, produtor executivo, disse em um recente comunicado oficial que "o objetivo é criar um título de alta qualidade, que caia nas graças da comunidade de jogos de luta, algo que possa ser jogado por anos e, quem sabe, décadas."

Não é necessário repetir aqui como a Riot está buscando revolucionar gêneros. Fez isso nos FPS, com VALORANT, e agora está nos mobile games, com o Wild Rift.

O Projeto L pode ser um movimento gigantesco no cenário competitivo de luta - e o início de uma concorrência maravilhosa com títulos já tradicionais. Vale lembrar que ele terá como personagens os campeões de League of Legends, uma enorme vantagem para sua popularização.

O Brasil tem um potencial gigantesco nos fighting games. Embora pouco apareçam na "grande mídia" do esporte eletrônico, esses jogos contam com comunidades fidelizadas e extremamente dedicadas a manter o gênero em alta. A cada novo lançamento ou anúncio de um concorrente, as publishers devem se atentar que a barra de exigência está cada vez mais alta. Sorte a nossa, como fãs!

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL