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LOUD no CBLOL: como seu trabalho com fãs levou ao contrato com o Submarino

Jogadores de LoL da LOUD - Divulgação/LOUD
Jogadores de LoL da LOUD Imagem: Divulgação/LOUD
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Leo Bianchi

Leo Bianchi é jornalista, já foi repórter e apresentador do Globo Esporte. É apaixonado por competição e já cobriu Copa do Mundo, Fórmula 1, UFC e mundiais de CS:GO, R6, FIFA, Just Dance e Free Fire. Também é youtuber e pro-player frustrado. No GGWP você encontra análise dos cenários competitivos no Brasil e no mundo, além dos bastidores do universo envolvendo times, jogadores e novidades em geral.

Colunista do UOL

10/07/2021 04h00

De quantos anos uma organização de esporte eletrônico precisa para criar uma base de fãs fidelizada e engajada? Não há fórmula mágica, mas a LOUD no Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL) é um caso que merece atenção.

Emancipada por meio do Free Fire, a Tropa transportou seus números impressionantes para o campeonato de eSports mais popular do país. E o "casamento" deu certo: a torcida seguiu fazendo o L no League of Legends e se tornou um desafio para equipes como a tradicional paiN Gaming ou o Flamengo, clube de maior torcida no Brasil nos esportes tradicionais.

"Houve muitos aprendizados em nosso tempo no Free Fire e Fortnite antes do lançamento do CBLOL. Então tivemos a chance de colocar muitas coisas em perspectiva", explicou Jean Ortega, cofundador da LOUD, ao GGWP.

"Além do conteúdo, avançamos muito na frente competitiva, estabelecendo uma base sólida em um eSport que chama muita atenção para seus vencedores competitivos. Acreditamos que, ao criar um ambiente próspero para conteúdo e competição, seremos capazes de nos posicionar no topo e, ao mesmo tempo, proporcionar ao público e aos fãs uma experiência inesquecível", destacou Ortega.

A streamer Bianca "Thaiga" é um ótimo exemplo do potencial da LOUD quando o perfil de um profissional "dá match" com o da organização. Quando ela foi contratada , contava com 270 mil seguidores no Instagram. Hoje, são cinco milhões. Não é mera coincidência ou apenas uma ampliação de visibilidade. Trata-se de uma análise profunda de mercado e um entendimento do próprio público, que demonstra extremo respeito pelo eSport e pela comunidade gamer.

Qualquer mercado que cresça além do esperado chamará a atenção de investidores e se tornará uma área fértil para o desenvolvimento de negócios. Porém, o que diferencia um aproveitador de um real interessado é a forma como se lida com o produto. A LOUD pensa a longo prazo e sabe tatear terrenos onde ainda não tenha pisado, de maneira a ser relevante para o respectivo público. Até agora, vimos isso no Free Fire, no Fortnite e no League of Legends. Se expandir para outros, já sabemos: o barulho é garantido.

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