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'Ele é a minha cara': Gal Costa contou que filho adotivo mudou a sua vida

Gal Costa surpreendeu fãs em 2021 ao compartilhar fotos raras de Gabriel - Reprodução/Instagram
Gal Costa surpreendeu fãs em 2021 ao compartilhar fotos raras de Gabriel Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para Splash, do Rio

09/11/2022 15h49Atualizada em 10/11/2022 11h43

Morta ontem aos 77 anos, Gal Costa tinha um filho único, Gabriel Costa Penna Burgos, de 17 anos. Ele tinha 2 anos e vivia num abrigo no Rio de Janeiro em 2007, quando foi adotado pela cantora.

Na época, em entrevista a Jô Soares, Gal revelou que a experiência de ser mãe foi transformadora. "Criança é a melhor coisa do mundo. Ele mudou minha rotina, minha vida. Hoje sou uma pessoa mais feliz", disse.

Assim como o filho, Gal foi criada apenas pela mãe, Mariah, morta em 1993 - ela nunca teve relação com o pai, Arnaldo. A cantora sempre teve desejo de ser mãe, mas não podia engravidar por conta de um problema nas trompas na adolescência e uma menopausa precoce. A cantora brincava com seu desejo de ser mãe, dizia que já tentara engravidar de Milton Nascimento e que se oferecia para ter filho com qualquer um.

Em entrevista ao programa "Saia Justa", em 2016, Gal contou que não considerava Gabriel adotado. "Não existe isso de (filho) adotivo. É filho e acabou", disse. "Nunca tive grilos por ele não ter saído da minha própria barriga, até porque Gabriel é a minha cara! Parece que eu o pari", contou, na mesma entrevista.

Ocasionalmente, Gabriel acompanhava a mãe em seus shows. Como ela, o jovem também é discreto. São poucas as imagens dos dois juntos nas redes sociais. Numa delas, Gal se declara: "Parabéns, filho. Te amo!".

Em 2007, o processo de adoção foi alvo de polêmica, após uma acusação do Ministério Público do Rio de Janeiro de que a cantora havia furado a fila. Gal afirmou que cumpriu todos os trâmites para adotar Gabriel e negou, ao contrário do que afirmava o MP, que houvesse passado a frente de um casal interessado no menino. "O propalado casal, que supostamente estaria na frente da fila de espera, não estava habilitado; abandonara a criança que estava irregularmente em seu poder; deixara a criança chegar a um estado de saúde lastimável, que levou o próprio Ministério Público a pedir que ela fosse colocada em um abrigo para sua própria proteção", declarou em nota, na época.

Errata: este conteúdo foi atualizado
Uma versão anterior deste texto dizia que Gabriel foi adotado em 2005. Na verdade, esse é o ano em que ele nasceu; o menino foi adotado em 2007. A informação foi corrigida.