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Após nove anos fechado, Museu do Ipiranga reabre em setembro de 2022

Imagem frontal do Museu do Ipiranga, em São Paulo. - Pedro Dias
Imagem frontal do Museu do Ipiranga, em São Paulo. Imagem: Pedro Dias

Felipe Pinheiro

De Splash, em São Paulo

31/08/2021 10h19

O Museu do Ipiranga, em São Paulo, será reaberto em setembro de 2022 em comemoração pelos 200 anos da Independência do Brasil. O anúncio oficial foi feito pelo governador João Doria (PSDB) em coletiva de imprensa.

Localizado no Parque da Independência, na zona sul da cidade, o museu foi fechado em 2013 para visitas por apresentar rachaduras e umidade. Desde então, o prédio passou por obras de restauro bem como de modernização. O investimento foi de 210 milhões de reais, sendo 90% do setor privado.

Foi uma obra de restauração, que exige um cuidado milimétrico. Todas as intervenções exigem profissionais especializados em processos de recuperação. As obras de arte precisam de especialistas, mas cada pedaço da parte física do museu tem uma intervenção cuidadosa João Doria.

O edifício de arquitetura neoclássica foi inaugurado em 1895 como museu de História Natural. O nome oficial é Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Contagem regressiva

A partir do próximo dia 7 de setembro, terá início a contagem regressiva para a entrega do Museu do Ipiranga. Um relógio será instalado no jardim de inspiração francesa localizado em frente ao Museu do Ipiranga. A contagem também poderá ser acompanhada pelo site do museu.

Além disso, uma série de festividades estão previstas, a começar por um show on-line de Mart'nália e João Bosco a partir das 19h no Dia da Idependência.

O acervo

O Museu do Ipiranga é conhecido por ser uma instituição científica, cultural e educacional. Possui um acervo com mais de 450 mil itens, entre documentos, pinturas, fotografias e objetos do século 17 até meados do século 20.

No período de reforma do museu, todo o acervo foi transferido para outro imóvel, localizado aos arredores do Parque da Independência.

Entre os principais destaques da coleção, está o quadro "Independência ou Morte" (que foi restaurado), de Pedro Américo, no Salão Nobre do Edifício-Monumento, a estátua de Dom Pedro I, uma escultura em mármore de Fernão Dias e até uma maquete da cidade de São Paulo, de 1841.