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Chico Barney

Serginho Groisman faz do limão uma limonada em ótima fase do Altas Horas

Xuxa e Serginho Groisman no Altas Horas - Reprodução/TV Globo
Xuxa e Serginho Groisman no Altas Horas Imagem: Reprodução/TV Globo
Chico Barney

Entusiasta e divulgador da cultura muito popular. Escreve sobre os intrigantes fenômenos da TV e da internet desde 2002.

Colunista do UOL

22/11/2020 12h12

Dos programas de entretenimento que estão no ar durante a pandemia, respeitando as orientações de isolamento social, o Altas Horas precisou se reinventar de maneira mais profunda.

Era difícil imaginar como Serginho Groisman faria sem a tradicional participação do público, a mistura de convidados das mais variadas áreas do conhecimento humano e todas as atrações musicais que eram constantes do formato.

Pois a adequação à nova realidade funcionou muito bem. O apresentador testou novos caminhos, aprofundando os assuntos de um jeito que não era tão comum.

Sua abordagem generosa com os convidados sempre rende bons momentos. Todo mundo fica à vontade, mesmo com a frieza da conexão pela internet.

A longa entrevista com Xuxa no último sábado foi exemplar. Por mais que a apresentadora já tenha participado de outros programas da Globo recentemente, a ideia de usar participações anteriores dela no Altas Horas trouxe um olhar diferente.

Aproveitar essas retrospectivas como ponto de partida é uma prática recorrente há anos para celebrar a longevidade do Altas Horas e também transformar as conversas em uma narrativa de certa forma mais sentimental. Acompanhamos a evolução da história do programa, do convidado, da sociedade e a nossa própria.

Em tempos como os atuais, a perspectiva tem um sabor ainda mais especial.

Voltamos a qualquer momento com novas informações.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL