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Campeãs olímpicas acionam CBV na Justiça por ranking da Superliga

Jogadoras foram na Justiça - Yeves Herman/Reuters
Jogadoras foram na Justiça Imagem: Yeves Herman/Reuters

Leandro Carneiro

Do UOL, em São Paulo

29/03/2017 12h42

As jogadoras da seleção brasileira prometeram que iriam à Justiça se não conseguissem conversar com a Confederação Brasileira de Vôlei e cumpriram o prometido. Segundo apurou o UOL Esporte, Thaisa, Sheilla, Dani Lins, Jaqueline, Natália, Fabiana, Gabi e Fernanda Garay foram buscar seus direitos no Tribunal.

A única atleta, dentre as que assinaram a carta à CBV, que ficou de fora foi Tandara. Foi uma opção da oposta de não se envolver juridicamente no processo contra a entidade.

A Confederação Brasileira de Vôlei ainda não foi notificada sobre a ação das atletas.

Há mais de uma semana, as nove atletas divulgaram uma carta criticando o ranking da entidade para a Superliga feminina. Nele, elas reclamavam pela discriminação por serem as únicas atletas pontuadas para a competição.

O novo ranking da competição proíbe que clubes contem com mais de 2 atletas de pontuação sete em seu elenco.

Em conversa com o UOL Esporte, a levantadora Dani Lins chegou a dizer que a briga das atletas era pelo direito de escolher onde querem jogar.

"A gente está brigando pelo direito de escolha, de poder jogar onde quiser. Temos duas atletas e poderia vir mais uma, mas não pode, regulamento não permite. Estamos primeiro brigando pela liberdade de escolha”, falou.

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