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Modric encabeça lista dos 100 melhores do mundo em 2018 de jornal britânico

21/12/2018 12h52

Londres, 21 dez (EFE).- O meia croata Luka Modric, do Real Madrid, foi eleito o melhor jogador do mundo em 2018, em lista publicada nesta sexta-feira pelo jornal britânico "The Guardian", em que o português Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi fecharam o 'top-3'.

A publicação divulgou ontem os nomes que ocuparam da 11ª até a 100ª posições, deixando para revelar os dez primeiros colocados hoje. A lista foi confeccionada por um grupo de 225 especialistas, proveniente de 69 países.

Esta foi a primeira vez que CR7, que trocou o Real Madrid pela Juventus, em julho, ou Messi, do Barcelona, não encabeçam o ranking.

O francês Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain; o egípcio Mohamed Salah, do Liverpool; o francês Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid; os belgas Eden Hazard, do Chelsea; e Kevin De Bruyne, do Manchester City; o inglês Harry Kane, do Tottenham; e o francês N'Golo Kanté, do Chelsea, ocuparam do quarto ao décimo postos, nesta ordem.

O melhor brasileiro foi Neymar, também do PSG, na 11ª colocação, sete a frente de Marcelo, do Real Madrid. Philippe Coutinho, do Liverpool, foi o 25º; Casemiro, também do time campeão europeu, o 42º; e Alisson, do Liverpool, o 43º.

Abaixo do 'top-50' ficaram o naturalizado italiano Jorginho, de Napoli e depois Chelsea, em 52º; Ederson e Fernandinho, ambos do Manchester City, em 59º e 63º, respectivamente; Thiago Silva, do Paris Saint-Germain, em 74º; Gabriel Jesus, dos 'Citizens', em 81º; e Willian, em 91º.

Modric já venceu anteriormente o prêmio The Best, da Fifa, e da Bola de Ouro, da revista francesa "France Football", encerrando a hegemonia de mais de dez anos de CR7 e Messi como melhores do mundo.

"Todos os jurados incluíram Modric na lista dos 40 melhores do ano, enquanto 79 colocaram o meia do Real Madrid na primeira posição. Está claro que a Copa do Mundo teve uma grande influência no resultado. Modric guiou a Croácia à final", diz texto publuicado pelo "Guardian". EFE

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