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Schwartzman celebra top 20 e admite que não esperava ir à final no Rio

24/02/2018 21h20

Rio de Janeiro, 24 fev (EFE).- O argentino Diego Schwartzman, que neste domingo enfrentará o espanhol Fernando Verdasco na final do Rio Open de tênis, revelou que não esperava ir tão longe na competição e comemorou o fato de que entrará na próxima segunda-feira para a lista dos 20 melhores do circuito pela primeira vez.

"Estou muito contente por entrar no top 20 e por chegar à final deste torneio. É um torneio muito difícil, tinha alguns jogadores do top 10, e quando você chega para uma competição como essa não espera ir tão longe", disse o 'Peque' em entrevista coletiva no Jockey Club Brasileiro, sede do torneio, na zona sul do Rio de Janeiro.

Neste domingo, Schwartzman disputará a quarta final da carreira e irá em busca do segundo título, após o de Istambul em 2016. Apesar da evolução vivida na carreira nos últimos meses, ele prefere manter os pés no chão.

"Minhas expectativas continuam sendo as mesmas, não vou trocar por esta semana. São as mesmas do começo da temporada, que eram continuar evoluindo, escalando posições no ranking. Para me manter no topo 20, ainda preciso fazer três ou quatro vezes os pontos que fiz até agora. Estou jogando muito bem em torneios grandes, e isso dá confiança, mas o ano é longo e quero, em primeiro lugar, continuar saudável. Depois disso, se mantiver o nível, os pontos e os triunfos vão chegar, e tomara consiga fechar o ano no top 20", projetou.

O atual 23ºcolocado do ranking falou também sobre discussões que teve com algumas pessoas que estavam na arquibancada da quadra Guga Kuerten e lembrou que em abril a Argentina enfrentará o Chile pelo Zonal I da Copa Davis como mandante.

"Discuti um pouco com alguns torcedores chilenos, mas não tem problema porque em breve teremos Copa Davis em casa", disse, entre risos.

"É preciso entender. Muitas vezes, o tênis recebe um público que não está tão acostumado com o tênis e grita entre os pontos, após uma dupla falta ou os erros. É um pouco incômodo que venha uma pessoa de fora, principalmente porque joguei contra um alguém muito respeitoso como o Jarry", completou o argentino, que ressaltou não ter problemas com a torcida brasileira.

"É um grande público. Quando enfrento um brasileiro, fica difícil, mas quando não há um tenista da casa pela frente eu desfruto muito", finalizou.

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