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Em terrível noite para ex-campeões, Jon Jones quebra 'zica' do UFC 232

Diego Ribas, em Inglewood (EUA)

Ag. Fight

30/12/2018 07h21

Ao se deixar de lado toda a polêmica sobre a mudança repentina do card do UFC 232 de Las Vegas (EUA) para Inglewood (EUA), o evento em si garantiu expectativa de sobra entre os fãs por carregar ao octógono na mesma noite campeões, ex-campeões e ex-desafiantes ao título do evento. E em uma combinação improvável de resultados, apenas Jon Jones saiu com o braço levantado dentre os renomados nomes que compunham tal grupo.

Ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) até então, 'Bones' liderou o show deste sábado (29) e nocauteou Alexander Gustafsson para recuperar seu posto. Curiosamente, seu rival sueco amargou a terceira derrota em disputas de título no UFC, o que deve deixá-lo longe de uma nova oportunidade. Mas apesar do triunfo do americano, os demais veteranos voltaram para casa com as mãos abanando.

A começar por Cris 'Cyborg', lutadora que estava invicta há mais de 13 anos e que acabou nocauteada em meros 51 segundos diante da desafiante Amanda Nunes. A 'Leoa', por sua vez, agora ostenta dois cinturões do UFC, feito inédito para as divisões femininas na organização.

Uma luta antes, foi a vez de Carlos Condit, ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg), que foi finalizado pelo antigo peso-leve (70 kg) Michael Chiesa, em momento crucial da noite que carimbava o dessaste anunciado aos grande favoritos no octógono.

Isso porque, ainda no card preliminar, dois veteranos de longa data que fizeram história no octógono não virama cor da bola durante suas lutas. Enquanto o peso-pesado Andrei Arlovski foi superado por pontos pelo inexpressivo Walt Harris, B.J. Penn, ex-campeão em duas categorias de peso e membro do Hall da Fama, foi finalizado pela primeira vez na carreira por Ryan Hall, que não competia desde o final de 2016.

Para terminar, Chad Mendes e Cat Zingano, ex-desafiantes aos títulos de suas categorias, foram nocauteados respectivamente por Alexander Volkanovski e Megan Anderson, provando que a noite não era mesmo para favoritos e medalhões. E assim acaba a temporada 2018 do UFC, com um card cheio de reviravoltas. Que venha logo 2019!

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